Nossa Fé está Centrada em Jesus Cristo

fevereiro 19th, 2010

Recentemente, o Élder M. Russell Ballard falou aos estudantes de graduação na Universidade Brigham Young, uma escola de propriedade da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja são muitas vezes informalmente conhecidos como mórmons. Ele aconselhou-os em formas para discutir a sua religião com os outros, apontando que a maioria dos temas de maior interesse para os detratores não são elementos críticos da religião atual, mas são elementos marginais ou práticas já realizadas. Ele aconselhou-os a manter os debates focados no núcleo da religião, os elementos que afetam a salvação, e não aqueles que são meramente interessantes aos pontos de discussão intelectual.

“Quando tudo está dito e feito, a coisa mais importante sobre você e seu testemunho é que você baseie sua crença no que Jesus Cristo ensinou, e tente segui-lo vivendo de uma maneira aceitável a nosso Pai Celestial e ao Senhor.

Esta é a sua fundação. Foi a fundação de Joseph Smith. Ele disse: “Os princípios fundamentais de nossa religião são o testemunho dos Apóstolos e dos Profetas, a respeito de Jesus Cristo, que Ele morreu, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, e subiu aos céus, todas as outras coisas que pertencem a nossa religião são apenas apêndices dela.”

(Veja Elder M. Russell Ballard: Envolvente, sem Ser Defensivo .)

Cada religião tem a informação ou escritos que cobrem um amplo espectro de informações. Algumas dessas informações são essenciais para a salvação do crente, mas muito, não o é. Por exemplo, devemos saber quem criou o mundo e acreditar nisso, mas não precisamos saber exatamente quanto tempo levou. Isso é apenas forragem interessante para o debate ou a curiosidade, mas não tem nada a ver com a nossa salvação. É interessante ler a genealogia no Antigo Testamento, mas não haverá um teste sobre isso quando estivermos diante do Salvador em juízo. Algumas histórias da Bíblia são curiosas e nós realmente não entendemos por que um profeta bíblico fez as escolhas que fez, mas na maioria das vezes, não precisamos saber.

O que precisamos saber é que Deus é nosso Pai amoroso no Céu, e Jesus Cristo é o seu Filho unigênito. Jesus morreu por nós e é o único caminho pelo qual nós podemos voltar para a presença de Deus um dia. Para entender isso precisamos aprender a identificar a verdade através da comunicação direta com Deus.

São essas as coisas que os Mórmons focam em sua vida espiritual diária. Eles trabalham para construir um relacionamento amoroso com Deus e Jesus Cristo e entender como Eles gostariam que nós vivêssemos cada dia. Eles se esforçam para serem bons membros da família e bons cidadãos. Eles estudam a vida do Salvador e em seguida, tentam compreender como a viver dessa maneira.

Enquanto grupos que trabalham para se opor a igreja muitas vezes se concentram em jogos intelectuais sem importância, os mórmons estão ocupados tentando ser como Jesus. Ao falar com um mórmon, é importante lembrar que eles não estão muito interessados nos temas marginais. Seu testemunho não é baseado na história ou na ciência, mas na fé. Esta fé surgiu após o desenvolvimento de um relacionamento próximo e pessoal com Deus e confiando Nele para responder às suas perguntas de forma que pudessem compreender. Eles trabalharam para conhecer a Deus tão bem, que facilmente reconheceriam quando Ele se comunicasse com eles.

Há pouca finalidade em apresentar a um mórmon, que conhece realmente o Cristo, com os ensinamentos dos homens que não são confiáveis e sempre mudando. Eles não estão interessados em usar esses ensinamentos como base para sua salvação eterna. Eles conhecem o Criador, e são somente Suas palavras que importam.

Onde está Deus quando eu preciso dele?

fevereiro 19th, 2010

Esta pergunta é muitas vezes feita por pessoas que oraram por algo que não receberam ou aqueles que sentem que não receberam conforto ou a ajuda que esperaram durante momentos difíceis. Há vários aspectos do evangelho que devem ser entendidos a fim de saber por que isso aconteceu.

É importante lembrar que não podemos controlar a Deus, particularmente não sem incorrer em grande sofrimento. No início da história da Igreja Mórmon o escrivão de Joseph Smith queria pegar a tradução do Livro de Mórmon, 116 páginas até então, para mostrar a sua família. Joseph orou e foi-lhe dito que não permitisse isso. No entanto, o escrivão persistiu, e Joseph cedeu e continuou a pedir a Deus para mudar Seu parecer. Finalmente, Deus disse-lhes para ir em frente, já que era o que estavam claramente determinados a fazê-lo, de qualquer maneira. O escrivão levou o manuscrito para casa e foi roubado. Os dois homens perceberam que precisavam se arrepender de suas decisões. A partir daí, Joseph Smith aprendeu a não importunar Deus. Deus é perfeito e Sua primeira resposta deve ser suficiente. Deus sabia o que iria acontecer, mas eles não sabiam.

Deus pode ver muito mais além no futuro do que podemos nós. Enquanto tomamos decisões baseadas no que está acontecendo atualmente, e que achamos que vai acontecer, Deus está olhando para a situação mais ampla. Pode haver conseqüências além no futuro que nós não podemos ver. Quando oramos, estamos sempre pedindo que a vontade de Deus seja feita. Ele quer que nós lhe digamos o que queremos, mas devemos sempre fazer isso com o entendimento de que poderemos não obter o que nós pensamos que queremos. Deus sempre responde as orações, mas há três respostas possíveis: Sim, não e ainda não. Deus vai responder as nossas orações da maneira que for melhor para todos os envolvidos, algumas vezes outras pessoas serão afetadas por aquilo que fazemos, então suas necessidades serão consideradas também.

Pode ser perturbador quando estamos certos de que sabemos o que é melhor, e Deus não nos dá o que queremos. Pode ser as provas que enfrentamos que nos dará algo que precisamos no futuro. Todas as mortes não podem ser evitadas, porque as pessoas têm de morrer, e só Deus sabe o motivo para o momento. Todas as tristezas ou dores não podem ser evitadas se nós queremos crescer e progredir, ou mesmo para desenvolver a fé.

Para tornar mais fácil e aceitar a vontade de Deus, devemos desenvolver um relacionamento próximo e pessoal com Ele. Precisamos gastar tempo em oração e estudo muito antes da crise começar, para que possamos reconhecer a “Sua voz.” Isso não quer dizer que Ele nos falará com uma voz que podemos ouvir. É uma indicação figurativa. Nós precisamos saber quando o que estamos sentindo e experimentando vem de Deus, e fazemos isso por passar tempo orando a Deus, estudando das escrituras, e meditando.

Construir uma relação de confiança também é importante. Confiança leva tempo para se desenvolver e não podemos esperar por uma crise para obter a nossa fé. Com o tempo, enquanto aprendemos a reconhecer a mão de Deus em nossas vidas, e ver como Suas decisões operam, nós começamos a confiar Nele, e sabemos que o que Ele decidir fazer é sempre a melhor decisão. Então, quando os problemas mais graves, aparecerem seremos capazes de deixá-los para Ele e nos sentir seguros e protegidos.

Quando pensamos que Deus está ausente nos momentos críticos de nossa vida, na realidade é sempre uma questão de não reconhecê-lo. Ele está sempre lá, mas a menos que nós o conheçamos bem, não seremos capazes de vê-lo ali, e não seremos capazes de sentir o conforto disponível para nós através do Espírito Santo. Este conforto vem somente quando confiamos completamente em Deus e tomamos tempo para sentar em silêncio e sentir a Sua presença, mesmo quando ele não está fazendo a nossa vontade. O teste de fé não está em querer que Deus faça nossa vontade, mas na nossa vontade de fazer e aceitar a Dele.

Obediência às leis traz liberdade

fevereiro 19th, 2010

Os mórmons às vezes são vistos como tendo um grande número de regras restritivas. Os Mórmons sabem que dentro das regras há muitas oportunidades para a liberdade, e que essas regras de fato tornam-os mais livres do que aqueles sem regras.
Um exemplo frequentemente utilizado de liberdade dentro da estrutura é o soneto. Um soneto é um poema com regras muito rígidas.

Cada um dos sonetos de Shakespeare contém quatorze linhas. Cada linha tinha dez sílabas escritas em pentametro iambic. Apesar desta estrutura muito rígida, Shakespeare conseguiu chegar a 154 sonetos, todos diferentes, e muitas outras pessoas também criaram sonetos com base nessa fórmula. A estrutura não impede as pessoas de serem criativas e escrever alguma coisa perto de seu coração. Pelo contrário, ela realmente liberta o autor. Por ter a estrutura no lugar, o poeta é livre para concentrar toda sua atenção na mensagem e texto do poema, que, afinal, é o ponto de um poema.

Da mesma forma, um mórmon está livre para viver uma vida de grandes variedades sem quebrar nenhum mandamento. Os mórmons são encontrados em muitas carreiras diferentes, estilos de vida muito diferentes e bem adequados para as partes boas das suas culturas e bairros. Eles têm semelhanças, porque eles têm certos valores e práticas em comum, mas existem milhares de modelos de vida dentro dessa estrutura.

A estrutura propiciada a eles pelos ensinamentos da Igreja permite-lhes uma liberdade maior do que é possível para a maioria das pessoas. É um grande trabalho ter que decidir por si mesmo o que é certo ou errado, estudá-lo, analisar e pesquisar e, em seguida, fazer constante correções de curso para adaptar nas instáveis normas da sociedade. Embora ensinados a estudar as questões por si mesmos, os Mórmons, sabem que podem recorrer a Deus para uma resposta final, ao invés de constantemente, ao longo de suas vidas, ter que monitorar suas escolhas contra as prioridades de contínua mudanças dos caprichos e valores encontrados em todo o mundo.

A verdade é imutável, e uma vez que um Mórmon tenha determinado o que é verdadeiro, ele é livre para seguir em frente e concentrar em outros aspectos de sua vida, como a construção de uma família forte e servir aos outros. As prioridades foram definidas e podem então estruturar suas vidas de acordo. Esta pode ser uma razão porque os Mórmons estão muitas vezes na vanguarda de muitos importantes movimentos e serviços. Eles têm tempo para fazê-los porque eles não estão constantemente reconstruindo as suas fundações.

N. Eldon Tanner disse:

Temos que conhecer e compreender as doutrinas, a fim de sermos obedientes, e temos que ser obedientes, a fim de sermos livres. Isto se aplica às leis de Deus e as leis da terra. Demasiadas vezes pensamos em liberdade apenas como a qualidade ou estado de estar livre da restrição externa ou coação, e não ser sujeitos à vontade dos outros, onde temos o poder de escolha, como cada pessoa livre para “fazer suas próprias escolhas”, independentemente do seu efeito sobre ele ou outros.

Brigham Young fez esta declaração:

“Não há um só homem entre nós, que esteja disposto a reconhecer de uma vez que Deus exige estrita obediência aos seus requisitos. Mas, prestando essa estrita obediência, somos feitos escravos? Não, este é o único meio na face da terra pelo qual você e eu podemos nos tornar livres, e seremos escravos de nossas próprias paixões, e do maligno,… e servos do diabo, se tomarmos qualquer outro curso. “(Journal of Discourses, 18:246).

N. Eldon Tanner, “‘Vocês conhecerão a verdade,” Ensign, Maio 1978, 14

Um mórmon faz uma escolha importante e isto permite que algumas outras opções possam se encaixar. Em algum momento de suas vidas, quer tenham sido convertidos ou tenham frequentado a igreja toda a sua vida, cada um tem o seu momento de decidir por si próprio que a igreja é verdadeira e que Deus restaurou o seu evangelho e proveu um profeta para nos guiar. Esta não é a fé cega, porque eles têm ido para a única fonte da verdade para saber se estão seguindo alguém que está recebendo as instruções de Deus. Eles não precisam confiar na palavra do profeta de que ele é o profeta de Deus até Deus ter confirmado. A qualquer momento no futuro, um mórmon pode orar sobre uma doutrina específica que ele não tenha certeza, mas ele geralmente entende que é desnecessário orar por cada ensinamento. Isto é muito similar quando uma criança aprende que um fogão quente vai queimar sua mão se ela tocá-lo. Ela pode testá-lo mais algumas vezes, mas depois disso, ela não tem necessidade de testá-lo cada vez que ela encontra um forno quente, ou até mesmo um tipo diferente de item quente. Ela simplesmente age de acordo com o conhecimento que já recebeu e toma precauções cada vez que ela encontrar calor.

Sheri Dew, uma proeminente Mórmon, disse:
Eu conheço pessoalmente dezenas de milhares de jovens e adultos que estão vivendo uma vida moralmente limpa. Eles são felizes, produtivos e zelosos em se envolver. A pureza moral não está desatualizada. É certo que também não é fácil. Mas eu sugiro que é mais fácil do que a alternativa. Homens e mulheres virtuosos nunca se preocupam com uma surpreendente gravidez ou com doenças sexualmente transmissíveis. Nunca agonizam ao confessar infidelidade. Não têm um vazio depois de uma noite fora. Sem dor de perder um familiar por infidelidade. Sem lembranças do assombro de indiscrições. Citando CS Lewis, “A virtude- mesmo tentada virtude- traz luz; indulgência traz nevoeiro.” 10 (ver Sheri L. Dew: O Poder da Virtude)

É esta a liberdade do medo, as conseqüências negativas, e as incertezas que dá aos mórmons garantia e a paz, e a liberdade de viver uma vida que é significativa e alegre.

Nações Estão a Mercê das Famílias

fevereiro 8th, 2010

Em 10 de agosto de 2009, Sheri L. Dew, CEO da Deseret Book e ex-Presidente Geral da Sociedade de Socorro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, falou perante o V Congresso Mundial das Famílias em Amsterdam, Holanda. Ela ofereceu este aviso para as nações e suas famílias:

“Nós todos sabemos que cada nação está, em última instância, à mercê das suas famílias. Se as famílias estão cheias de problemas, a sociedade, eventualmente, desmorona sob o peso desses problemas, que são demasiadamente grande para qualquer governo poder resolver. Se as famílias são fortes, a sociedade é forte. “(Ver Sheri L. Dew: O Poder da Virtude).

As leis podem demonstrar as prioridades de uma nação e impor comportamentos, mas a mudança profunda e duradoura acontece em um nível mais pessoal. Quando lemos as biografias de pessoas famosas, essas biografias quase sempre começam com um estudo da história da família da pessoa, que demonstra como isso afetou as escolhas da pessoa na vida. Os pais e outros membros da família têm mais oportunidade de influenciar o pensamento e o comportamento de seus filhos. Embora cada pessoa tenha o direito de escolher para si próprio como viver, as crianças, no entanto, são mais susceptíveis de, eventualmente, imitar os pais.

Um pai tem acesso à mente de uma criança na idade em que ela é mais facilmente influenciada. Uma criança que cresce fazendo projetos de serviço desde os primeiros momentos, considerará esta uma forma natural de vida, a forma como as pessoas vivem. Uma criança que vive em uma casa cheia de livros vai se sentir desconfortável estar em uma casa sem eles. Uma criança que tem ido à igreja com sua família todos os domingos de sua vida, vai ter um sentimento estranho no tempo exato, quando ela crescer e tentar parar de ir, especialmente se a experiência que teve indo à Igreja foi agradável.

É quando uma criança ainda é pequena que teremos a melhor chance de ajudá-lo a se tornar o tipo certo de pessoa. Aquelas pessoas que gastam mais tempo com uma criança a cada dia conseguem influenciar mais.

Uma vez que uma criança tem seus valores adquiridos, ela vai para o mundo viver em conformidade. Quando adulta, é muito provável que sua vida vá refletir a forma como ela foi gerada. Os detalhes podem ser diferentes, mas os valores em geral serão os mesmos. É por isso que as nações estão à mercê de famílias. Aulas de cidadania não são os meios para a criação de bons cidadãos, embora possam ajudar. É das famílias que as nações dependem para treinar as crianças no caminho em que deve seguir.

Se quisermos alimentar os que estão passando fome, temos que levar nossos filhos com uma sacola de mantimentos quando doamos para que eles continuem a batalha quando crescerem. Se quisermos uma população educada, precisamos de pais que leiam para seus filhos, levem-nos em passeios educativos, e despertem sua curiosidade sobre o mundo. Se quisermos uma geração que obedeça às leis, precisamos de pais que dêem o exemplo primeiro obedecendo as leis, e que conversem com seus filhos sobre isso.

As nações estão à mercê das famílias, e isso é uma notícia muito boa. Isto dá às famílias uma boa quantidade de controle sobre o mundo em que vivem. Embora criar um curso para sua própria família possa não parecer muito uma mudança, cada um dos filhos pode ir avante e influenciar outras centenas de pessoas, e dentro de poucas gerações influenciar multidões de pessoas nas famílias, além de pessoas no mundo exterior. Os mórmons têm um número de tradições e rotinas que podem ajudar a fortalecer as famílias de qualquer fé, e são facilmente adaptáveis a fé de qualquer família.

Uma delas é a noite familiar. Cada segunda-feira, a família Mórmon se reúne para orar, cantar, aprender o evangelho como ensinado por seus próprios familiares, e brincar. Esta tradição tão estimada garante aos pais uma oportunidade inigualável de transmitir valores aos seus filhos. Também ajuda a fortalecer os laços que irão aumentar as chances da criança imitar seus pais.

Outra tradição é a oração familiar e o estudo das escrituras em família. Famílias Mórmons se reúnem a cada manhã para uma breve devocional, que inclui uma oração familiar, estudo das escrituras e discussão. Em um dia agitado, pode ser um desafio para os pais ter todos juntos por quinze ou vinte minutos a cada manhã, mas os benefícios superam os desafios.

A famílias Mórmons também freqüentam a igreja juntos. Desde o nascimento, as crianças sentam com seus pais na reunião principal, conhecida como reunião sacramental.

Embora as reuniões sacramentais Mórmon fiquem ruidosas e mais movimentadas quando crianças escapam de seus pais e os bebês choram, essas mesmas crianças nunca saberão de um dia quando a igreja não tenha sido parte de seu Domingo. Elas passam as reuniões abraçadas a um dos pais ou brincam tranquilamente em seu lugar, este momento torna-se um tesouro e uma rotina importante. Só depois deste serviço é que as crianças vão para as classes criadas apenas para elas, enquanto os pais participaram de suas próprias reuniões. Os Mórmons não deixam seus filhos na igreja, eles atendem com eles.

Pequenas adições para a semana podem fazer uma grande diferença na definição do cenário para o futuro das nossas nações. Quando os pais dão aos filhos os valores e as habilidades que precisarão para ser bons cidadãos e corrigir os desafios que o nosso mundo enfrenta, essas crianças crescerão para influenciar mais uma geração. Embora não seja uma cura da noite para o dia para o que aflige o nosso mundo, este é o caminho mais certo para melhorá-lo a o longo prazo.

Gordon B Hinckley, o profeta Mórmon anterior, disse:

Estou mais preocupado com o déficit moral em nossas nações do que estou com os déficits orçamentais, embora isso também seja uma questão séria. As sociedades necessitam de mais policiais? Não discuto isso. As sociedades precisam de mais prisões? Acho que sim. Mas o que eles precisam, acima de tudo, é um fortalecimento nos lares das pessoas. Cada criança é o produto de um lar. Sociedades estão com terríveis problemas de juventude, porém estou convencido de que elas têm um problema maior nos pais. Eu sou grato que nós da Igreja tenhamos por muito tempo ensinado, estamos ensinando e gastando uma parte substancial dos nossos recursos para fortalecer os lares do nosso povo…. O que pode ser feito? Nós não podemos efetuar uma reviravolta em um dia ou um mês ou um ano. Mas estou convencido de que com esforço suficiente, podemos começar uma reviravolta dentro de uma geração e de realizar maravilhas dentro de duas gerações. Isso não é muito ao longo na história da humanidade. Não há nada que qualquer um de nós possa fazer e que vá trazer benefício por longo tempo do que, sempre que possível reacender o espírito do tipo de casas em que a bondade possa florescer.

(Ver Gordon B. Hinckley, “Quatro coisas simples para ajudar as nossas famílias e nossas nações”, Ensign, setembro 1996, 2.)

A Ética Mórmon de Civilidade

fevereiro 2nd, 2010

Unindo-se a outras vozes religiosas nas últimas semanas, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujos membros são informalmente chamados de Mórmons, emitiu uma declaração sobre civilidade. Intitulado “A ética Mórmon de civilidade”, apelou a um aumento da moderação, respeito, e a razão de nossa vida, particularmente na arena política.

O mundo político está em plena agitação. Economias estão sendo abaladas. A confiança pública está diminuindo. Indivíduos se sentem vulneráveis. E a coesão social desgastada finamente. Enquanto isso, as histórias de raiva e agitação enchem nossos ares, ruas e prefeituras. Onde estão as vozes de equilíbrio e moderação nestas épocas extremas?

A Igreja convida os membros e outros, para o retorno a civilidade em todos os aspectos de suas vidas, trabalhando juntos em um espírito de cooperação para resolver os desafios que o mundo está enfrentando. Os líderes lembram a cada um o que Jesus nos ensinou, tratar os outros como nós desejaríamos ser tratados e que somos ensinados a amar uns aos outros e agir com amor.

Líderes mórmons reconhecem a diversidade das nações, e os interesses competitivos dos vários grupos. Eles não recuam em graves questões morais, mas eles pedem para que  as pessoas  enfrente-os de forma produtiva e civilizadamente. “O que precisamos é de debates rigorosos, e não altercações rancorosas”.

Líderes se referem ao Livro de Mórmon ao falarem a seus membros,  que registra a história de uma civilização que girava entre a prosperidade e a felicidade, para a completa decadência. Eles lembram aos membros que a decadência quase invariavelmente começava com uma hesitação da civilidade. O Livro de Mórmon foi escrito em tempos antigos para os nossos tempos. A história partilhada tem o propósito de nos proteger, se seguirmos os ensinamentos, e as civilizações do Livro de Mórmon tem muito a ensinar sobre este assunto.

A declaração se move muito especificamente à políticos perto do final do documento, lembrando os membros da Igreja que a igreja é encontrada em todo o mundo, e inclui membros que vieram de diferentes crenças, partidos políticos e culturais. Eles mais uma vez lembram aos seus membros da igreja a não se alinharem com nenhum partido político em qualquer país, incluindo os Estados Unidos, e que seus valores são encontrados em diversos partidos políticos. Ambos os membros e os não membros são lembrados de que apenas os líderes oficiais da igreja falarão por ela. Muitas vezes, quando os membros falam por si mesmos são confundidos como representando as opiniões da igreja simplesmente porque são mórmons.

O comunicado conclui, lembrando os membros da igreja que participem ativamente nas suas comunidades e que utilizem a força dos números, mas acrescenta essa voz de cautela:

A ética de vida dos Santos dos Últimos Dias requer que os membros tratem seus vizinhos com respeito, independentemente da situação. O comportamento em um contexto religioso deve ser coerente com o comportamento em um ambiente secular. A Igreja espera que o nosso sistema democrático facilite um intercâmbio mais amigável e mais fundamentado entre o povo Brasileiro do que estamos vendo agora.


A Religião é Apenas o Ópio dos Fracos?

fevereiro 2nd, 2010

Esta questão está relacionada com a famosa declaração de Karl Marx de que “A religião é o ópio do povo.” Marx também disse: “A religião é a impotência da mente humana para lidar com as ocorrências que não pode compreender.” E, novamente, “O primeiro requisito para a felicidade dos povos é a abolição da religião. ”

Em um artigo escrito por Geoffrey Janes abordando esta questão, Janes perspicazmente disse: “A idéia básica é que Deus é algum tipo de narcótico espiritual que embota nossos sentidos para a dor do mundo e nos ajuda a lidar com ela.” Citando um poeta polonês contemporâneo, Janes passou a dizer: “Religião ópio do povo! O verdadeiro ópio da modernidade é a crença de que Deus não existe, os seres humanos são livres para fazer exatamente o que quiserem.”

O ópio é um narcótico. ” Acredita-se que o termo narcótico (ναρκωτικός) ter sido inventado por Galeno para se referir aos agentes que paralisam ou enfraquecem, causando perda de sensibilidade ou paralisia.” [Wikipedia]

Assim, os opiáceos têm dois efeitos: 1) entorpecer a dor, acabar com o sentimento, e 2) fazer um incapaz de se mover. As declarações de Marx sugerem que as populações ficam paralisadas quando a religião domina. Ele acha que as pessoas não podem pensar, tomar decisões, racionar ou o exercer sua vontade quando a religião influencia. Ele acha que as pessoas são induzidas a acreditar em contos de fadas, anestesiando suas dores, tornando-se incapazes de perceber o que é real e agir em conformidade.

Tendo sido fisicamente paralisado do pescoço para baixo por 19 anos, sei como é não ter absolutamente nenhuma sensibilidade em qualquer parte do meu corpo, exceto o meu rosto e no topo da minha cabeça. Você pode pensar que é uma bênção ser capaz de não sentir dor, mas realmente não é.

Nossos corpos, como criados por Deus, foram concebidos para experimentar a dor e deixar-nos saber que algo está errado e levar-nos a agir. Embora a dor não seja agradável, pode ser uma bênção  exortando-nos a procurar ajuda imediata para descobrir a origem dela, tomar as medidas necessárias para resolvê-la e assim, evitar danos mais sérios.

Eu acredito que os nossos espíritos funcionam muito da mesma maneira. Se injetarmos muito ópio de descrença em nosso sistema, é possível que os nossos espíritos tornem-se paralisado. Quando um indivíduo está espiritualmente paralisado, ele não pode “sentir” a inspiração que vem de Deus através de sua consciência e não está ciente de que está com grande dor espiritual e talvez no perigo de uma morte espiritual iminente. É o pecado e o orgulho que causam paralisia, e não a religião verdadeira.
Geoffrey Janes disse: “A verdade é algo que não pode ser mudada. Deus existe. Ele nos criou, e não o contrário. ”

Desde o início dos tempos, houve indivíduos e nações inteiras que se tornaram espiritualmente paralisados por rejeitar a Deus. Eles têm injetado em suas culturas um poder superior do narcótico da descrença e qualquer outro sistema ou código de ética. Tem tido um efeito tão paralisante sobre os espíritos que se tornaram “sentimento do passado.” Crimes contra a humanidade têm sido e continuam a ser cometidos por essas pessoas e nações, incluindo na verdade, as nações que seguiram as filosofias de Karl Marx.

Durante meses depois do meu acidente cheguei muito perto de ser paralisado espiritualmente assim como fisicamente. Foi só voltando-se para Deus com todo meu coração e confiando na sua bondade e amor que o meu espírito foi levado de volta à vida. Escuridão, melancolia e desespero foram substituídos por luz, calor e alegria! Não, a religião não é o ópio dos fracos! ”

Jack Rushton

Como eu sei que o Livro de Mórmon é verdadeiro?

dezembro 24th, 2008

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Resposta Pessoal por Lance 

Eu sei já há algum tempo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas apenas nos últimos anos, enquanto servia como um missionário Mórmons, eu pude finalmente compreender as palavras de modo que minha resposta veio. Existe uma promessa feita por Morôni no fim do Livro de Mórmon que se uma pessoa ler, ponderar e orar para saber se o Livro de Mórmon é verdadeiro, a verdade se manifestará para elas pelo poder do Espírito Santo (ver Morôni 10:4-5). 

Two Witnesses- Greg K. OlsenEu li o Livro de Mórmon algumas vezes em minha vida e eu sempre senti que ele era verdadeiro, mas eu não conseguia expressar como eu tinha chegado a esse conhecimento. Eu podia dizer, honestamente, que eu sabia pelo poder o Espírito Santo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas eu não podia descrever o que isso significava. Era mais do que apenas um simples sentimento. Era uma forte convicção. 

Como missionário, eu conheci pessoas que tinham diferentes crenças sobre o Espírito Santo e a maneira como o Espírito Santo nos influenciava. Isso fez com que eu buscasse ainda mais para encontrar um meio de explicar com clareza como eu havia recebido um testemunho de que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Eu estava lendo Livro de Mórmon um dia quando encontrei minha resposta.  Read the rest of this entry »

Como posso reconhecer as respostas para minhas orações?

dezembro 24th, 2008

how-can-i-recognize-answers-to-my-prayers

Resposta Pessoal por Nathan 

As respostas para as orações podem vir de várias maneiras diferentes. Uma boa resposta para essa pergunta pode ser explicar algumas das maneiras genéricas pelas quais as orações são respondidas.

Existe um método de buscar revelação (comunicação entre Deus e o homem) que permite que as orações sejam respondidas. Buscar revelação corretamente começa através de um esforço de nossa parte. Uma simples oração nem sempre é o suficiente. Passos importantes que devem ser considerados são o jejum, ponderar, e edificar sobre a fé para aceitar uma resposta. Ao cumprirmos esses passos, Deus verá nossos esforços e nos abençoará igualmente. Um dos melhores métodos de buscar revelação ou respostas para nossas orações é fazer uma tentativa de decisão após o nosso jejum, ponderação e edificação na fé. Uma vez que sentimos que temos uma boa decisão preliminar, levamos a decisão ao Senhor e pedimos por uma confirmação.  Read the rest of this entry »

O que os Mórmons acreditam sobre Jesus Cristo?

dezembro 24th, 2008

what-do-mormons-believe-about-jesus-christ

Resposta Pessoal por Chris 

The Light Of The World - Greg OlsenComo Mórmons, acreditamos que Jesus Cristo é o centro do Plano de Redenção, o qual ensina que alguém pode ser salvo no reino dos céus por um ato vicário de sacrifício. Cremos que Jesus Cristo vive e que é nosso Salvador, um exemplo de bondade, caridade, amor, e outros atributos perfeitos como registrado na Bíblia e em outras escrituras. Na Igreja Mórmon é ensinado que Jesus Cristo sofreu pelos pecados do mundo e que prometeu o perdão para todos os que vivem nesta terra se eles ouvirem e obedecerem aos seus mandamentos, os quais podem ser encontrados nas escrituras e nas revelações dos profetas vivos. Ele é o Filho Vivo de Deus, o Unigênito na carne e o Filho mortal de Maria. 

Jesus Cristo foi batizado por João Batista no Rio Jordão para “cumprir toda retidão” (ver Mateus 3:15) e para nos mostrar o caminho da vida eterna. Ele é adorado na vida diária das famílias Mórmons que fazem oração diariamente e nas reuniões familiares semanais. Renovamos nossos convênios, ou promessas sagradas, com Deus, o Pai, no nome de Jesus Cristo aos domingos na reunião sacramental. Na reunião sacramental partilhamos do sacramento, conhecido por outras denominações como a Ceia do Senhor, que foi instituída por Cristo a seus Doze Apóstolos originais. Buscamos conhecê-lo de toda maneira possível através de seguir os seus ensinamentos registrados no Novo Testamento. Em conclusão, acreditamos nos ensinamentos do Apostolo Paulo aos Hebreus; que Deus e Seu Filho Jesus Cristo são imutáveis e eles são os mesmos “ontem, hoje e para sempre” (ver Hebreus 13:8). Eles continuarão a revelar a verdade para seus servos escolhidos para que todos possamos receber a felicidade eterna nesta vida e a vida por vir através de nos apoiarmos no amável ato do Salvador para este mundo, Jesus Cristo.

Deus sente nossas dores?

dezembro 24th, 2008

Resposta Pessoal por Jack 

Aos 50 anos eu estava surfando com meu filho de 16 anos e seus amigos na praia Laguna, Califórnia. Eu peguei uma “última onda” e acidentalmente bati minha cabeça em uma pedra submersa, quebrei meu pescoço, e minha espinha dorsal ficou severamente ferida entre a segunda e terceira vértebra cervical. Eu fiquei paralisado instantaneamente, fiquei inconsciente e acordei duas horas depois no hospital Laguna rodeado por médicos e enfermeiras. Uma das enfermeiras percebeu que meus olhos estavam abertos e disse para mim: “Jack, se você consegue entender o que estou falando, pisque uma vez”. Eu pisquei e houve um sinal aparente de alívio dentro da sala. Neste dia começou para mim uma nova vida que tem continuado pelos últimos 19 anos. 

Por causa da minha fé pessoal em um Deus  e sua bondade, eu nunca fiquei bravo com Ele, nem sai por ai dizendo, com atitude de auto-piedade: “Por que eu?”. Entretanto, foi necessário algum tempo até que eu entendesse que Deus e Cristo sentiram e sofreram por minha dor o mesmo, se não mais, que eu.  Read the rest of this entry »

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