A Ética Mórmon de Civilidade

fevereiro 2nd, 2010

Unindo-se a outras vozes religiosas nas últimas semanas, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, cujos membros são informalmente chamados de Mórmons, emitiu uma declaração sobre civilidade. Intitulado “A ética Mórmon de civilidade”, apelou a um aumento da moderação, respeito, e a razão de nossa vida, particularmente na arena política.

O mundo político está em plena agitação. Economias estão sendo abaladas. A confiança pública está diminuindo. Indivíduos se sentem vulneráveis. E a coesão social desgastada finamente. Enquanto isso, as histórias de raiva e agitação enchem nossos ares, ruas e prefeituras. Onde estão as vozes de equilíbrio e moderação nestas épocas extremas?

A Igreja convida os membros e outros, para o retorno a civilidade em todos os aspectos de suas vidas, trabalhando juntos em um espírito de cooperação para resolver os desafios que o mundo está enfrentando. Os líderes lembram a cada um o que Jesus nos ensinou, tratar os outros como nós desejaríamos ser tratados e que somos ensinados a amar uns aos outros e agir com amor.

Líderes mórmons reconhecem a diversidade das nações, e os interesses competitivos dos vários grupos. Eles não recuam em graves questões morais, mas eles pedem para que  as pessoas  enfrente-os de forma produtiva e civilizadamente. “O que precisamos é de debates rigorosos, e não altercações rancorosas”.

Líderes se referem ao Livro de Mórmon ao falarem a seus membros,  que registra a história de uma civilização que girava entre a prosperidade e a felicidade, para a completa decadência. Eles lembram aos membros que a decadência quase invariavelmente começava com uma hesitação da civilidade. O Livro de Mórmon foi escrito em tempos antigos para os nossos tempos. A história partilhada tem o propósito de nos proteger, se seguirmos os ensinamentos, e as civilizações do Livro de Mórmon tem muito a ensinar sobre este assunto.

A declaração se move muito especificamente à políticos perto do final do documento, lembrando os membros da Igreja que a igreja é encontrada em todo o mundo, e inclui membros que vieram de diferentes crenças, partidos políticos e culturais. Eles mais uma vez lembram aos seus membros da igreja a não se alinharem com nenhum partido político em qualquer país, incluindo os Estados Unidos, e que seus valores são encontrados em diversos partidos políticos. Ambos os membros e os não membros são lembrados de que apenas os líderes oficiais da igreja falarão por ela. Muitas vezes, quando os membros falam por si mesmos são confundidos como representando as opiniões da igreja simplesmente porque são mórmons.

O comunicado conclui, lembrando os membros da igreja que participem ativamente nas suas comunidades e que utilizem a força dos números, mas acrescenta essa voz de cautela:

A ética de vida dos Santos dos Últimos Dias requer que os membros tratem seus vizinhos com respeito, independentemente da situação. O comportamento em um contexto religioso deve ser coerente com o comportamento em um ambiente secular. A Igreja espera que o nosso sistema democrático facilite um intercâmbio mais amigável e mais fundamentado entre o povo Brasileiro do que estamos vendo agora.


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A Religião é Apenas o Ópio dos Fracos?

fevereiro 2nd, 2010

Esta questão está relacionada com a famosa declaração de Karl Marx de que “A religião é o ópio do povo.” Marx também disse: “A religião é a impotência da mente humana para lidar com as ocorrências que não pode compreender.” E, novamente, “O primeiro requisito para a felicidade dos povos é a abolição da religião. ”

Em um artigo escrito por Geoffrey Janes abordando esta questão, Janes perspicazmente disse: “A idéia básica é que Deus é algum tipo de narcótico espiritual que embota nossos sentidos para a dor do mundo e nos ajuda a lidar com ela.” Citando um poeta polonês contemporâneo, Janes passou a dizer: “Religião ópio do povo! O verdadeiro ópio da modernidade é a crença de que Deus não existe, os seres humanos são livres para fazer exatamente o que quiserem.”

O ópio é um narcótico. ” Acredita-se que o termo narcótico (ναρκωτικός) ter sido inventado por Galeno para se referir aos agentes que paralisam ou enfraquecem, causando perda de sensibilidade ou paralisia.” [Wikipedia]

Assim, os opiáceos têm dois efeitos: 1) entorpecer a dor, acabar com o sentimento, e 2) fazer um incapaz de se mover. As declarações de Marx sugerem que as populações ficam paralisadas quando a religião domina. Ele acha que as pessoas não podem pensar, tomar decisões, racionar ou o exercer sua vontade quando a religião influencia. Ele acha que as pessoas são induzidas a acreditar em contos de fadas, anestesiando suas dores, tornando-se incapazes de perceber o que é real e agir em conformidade.

Tendo sido fisicamente paralisado do pescoço para baixo por 19 anos, sei como é não ter absolutamente nenhuma sensibilidade em qualquer parte do meu corpo, exceto o meu rosto e no topo da minha cabeça. Você pode pensar que é uma bênção ser capaz de não sentir dor, mas realmente não é.

Nossos corpos, como criados por Deus, foram concebidos para experimentar a dor e deixar-nos saber que algo está errado e levar-nos a agir. Embora a dor não seja agradável, pode ser uma bênção  exortando-nos a procurar ajuda imediata para descobrir a origem dela, tomar as medidas necessárias para resolvê-la e assim, evitar danos mais sérios.

Eu acredito que os nossos espíritos funcionam muito da mesma maneira. Se injetarmos muito ópio de descrença em nosso sistema, é possível que os nossos espíritos tornem-se paralisado. Quando um indivíduo está espiritualmente paralisado, ele não pode “sentir” a inspiração que vem de Deus através de sua consciência e não está ciente de que está com grande dor espiritual e talvez no perigo de uma morte espiritual iminente. É o pecado e o orgulho que causam paralisia, e não a religião verdadeira.
Geoffrey Janes disse: “A verdade é algo que não pode ser mudada. Deus existe. Ele nos criou, e não o contrário. ”

Desde o início dos tempos, houve indivíduos e nações inteiras que se tornaram espiritualmente paralisados por rejeitar a Deus. Eles têm injetado em suas culturas um poder superior do narcótico da descrença e qualquer outro sistema ou código de ética. Tem tido um efeito tão paralisante sobre os espíritos que se tornaram “sentimento do passado.” Crimes contra a humanidade têm sido e continuam a ser cometidos por essas pessoas e nações, incluindo na verdade, as nações que seguiram as filosofias de Karl Marx.

Durante meses depois do meu acidente cheguei muito perto de ser paralisado espiritualmente assim como fisicamente. Foi só voltando-se para Deus com todo meu coração e confiando na sua bondade e amor que o meu espírito foi levado de volta à vida. Escuridão, melancolia e desespero foram substituídos por luz, calor e alegria! Não, a religião não é o ópio dos fracos! ”

Jack Rushton

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Quais as Atividades existentes na Igreja Mórmon para a Juventude?

dezembro 24th, 2008

Resposta Pessoal por Natalie 

Os Mórmons (membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias) tem atividades de todos os tipos para a juventude. Todas as atividades realizadas pela Igreja são designadas para prover à juventude uma base forte de amizade, com amigos que possuem os mesmos valores da Igreja. As atividades também são realizadas para encorajar a maturidade e a autoconfiança, aumentar o testemunho do evangelho de Jesus Cristo e ensinar habilidades, provendo atividades sadias e divertidas. Toda a juventude, que vai de 12 a 18 anos, possui ou a organização dos Rapazes ou das Moças. Aos domingos, durante as reuniões da Igreja, a juventude se reúne por aproximadamente uma hora em suas respectivas classes, onde são ensinados sobre o evangelho e as escrituras. Dentro de cada organização existem três subgrupos. Por exemplo. Na organização das Moças, as jovens de 12 e 13 anos se reúnem em uma classe chamada Abelhinhas, as de 14 e 15 anos se reúnem em uma classe chamada Meninas-Moças, e as jovens de 16 e 17 anos se reúnem na classe chamada Laurel. Quando as moças completam 18 anos elas passam a freqüentar com as membros adultas na Sociedade de Socorro. Da mesma maneira os jovens da organização dos Rapazes com idade de 12 e 13 anos freqüentem o quorum dos Diáconos, os rapazes de 14 e 15 anos freqüentam o quorum dos Mestres e os rapazes de 16 e 17 anos freqüentam o quorum dos Sacerdotes. Uma vez que os rapazes completam 18 anos eles são ordenados como Elderes e passam a freqüentar o Quorum de Elderes. 

Uma vez por semana a noite, toda a juventude da ala se encontra por cerca de uma hora à uma hora e meia para uma reunião chamada Mutual. Às vezes as moças e os rapazes têm reuniões e atividades separadas, mas as vezes essa reunião é realizada em conjunto. Uma mutual consiste basicamente de uma oração e hino de abertura, uma lição simples e uma atividade. As Moças geralmente passam suas atividades trabalhando no Programa Progresso Pessoal (para maiores explicações clique Aqui) e os rapazes fazem suas atividades voltadas para o Programa Dever para com Deus (um programa semelhante ao Progresso Pessoal). Exemplos de atividades que eu tenho participado com as moças incluem aprender a fazer crochê, fazer colchas para bebês recém-nascidos, fazer caminhadas, aprender a cozinhar e jogar jogos de tabuleiro. Exemplos de atividades que eu tenho visto os rapazes participarem são caminhadas, escaladas, hastear bandeiras para datas comemorativas, aprender habilidades em acampamentos, etc.. Aproximadamente uma vez por mês os rapazes e moças participam de atividades juntos. As vezes essas atividades são projetos de serviços, como levar comida para abrigos de desabrigados, ou apenas se divertirem juntos jogando vôlei ou algo assim. 

A juventude Mórmon também se reúne com freqüência para fazer bailes. Dependendo de uma ala ou estaca em particular, a juventude tem vários bales durante o ano, praticamente todos os meses. Geralmente esses bailes reúnem a juventude de todas as alas da estaca (freqüentemente chamado de Baile da Estaca) e às vezes pode ter a juventude de mais estacas reunidas. Geralmente esses bailes são para jovens acima de 14 anos de idade, e todos se divertem bastante. Geralmente tem um DJ responsável para que não se toque músicas não apropriadas e líderes que supervisionam o padrão das danças para que possa ter uma atmosfera agradável e divertida. 

Durante o verão a juventude Mórmon tem algumas atividades extras. Durante o carnaval (no Brasil) os jovens se reúnem para acampar sendo que as moças e os rapazes acampam em locais diferentes, onde passam aproximadamente uma semana para se conhecerem melhor, para fazer caminhadas, escaladas, canoagem, etc., bem como ter lições sobre o evangelho e aprenderem uns com os outros sobre o evangelho de Jesus Cristo. Além destes acampamentos a juventude geralmente tem uma atividade anual de rapazes e moças juntos, chamado Conferencia da Juventude, com duração de 2 a 3 dias. Às vezes as Conferencias da Juventude é um acampamento, as vezes é ficar em dormitórios de escolas, as vezes se reúnem na casa de um dos jovens e participam de atividades durante o ano. As conferencias da juventude contem projetos de serviço, atividades salutares divertidas, como esportes, caminhadas, etc., bem como lições para os jovens e palestrantes. 

Eu me sinto muito abençoada por ter crescido como membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) e ter participado destes ótimos programas para a juventude. Eu adorava estar cercada por tantas pessoas de minha idade que partilhavam das mesmas crenças e dos mesmos padrões elevados. Foi maravilhoso ter podido freqüentar atividades que eu sabia que eram sadias, limpas e inspiradoras.

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Como eu sei que o Livro de Mórmon é verdadeiro?

dezembro 24th, 2008

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Resposta Pessoal por Lance 

Eu sei já há algum tempo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas apenas nos últimos anos, enquanto servia como um missionário Mórmons, eu pude finalmente compreender as palavras de modo que minha resposta veio. Existe uma promessa feita por Morôni no fim do Livro de Mórmon que se uma pessoa ler, ponderar e orar para saber se o Livro de Mórmon é verdadeiro, a verdade se manifestará para elas pelo poder do Espírito Santo (ver Morôni 10:4-5). 

Two Witnesses- Greg K. OlsenEu li o Livro de Mórmon algumas vezes em minha vida e eu sempre senti que ele era verdadeiro, mas eu não conseguia expressar como eu tinha chegado a esse conhecimento. Eu podia dizer, honestamente, que eu sabia pelo poder o Espírito Santo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas eu não podia descrever o que isso significava. Era mais do que apenas um simples sentimento. Era uma forte convicção. 

Como missionário, eu conheci pessoas que tinham diferentes crenças sobre o Espírito Santo e a maneira como o Espírito Santo nos influenciava. Isso fez com que eu buscasse ainda mais para encontrar um meio de explicar com clareza como eu havia recebido um testemunho de que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Eu estava lendo Livro de Mórmon um dia quando encontrei minha resposta. 

No início do Livro de Mosias há um registro de um profeta e rei chamado Benjamim. Pouco antes dele morrer, ele deixou um poderoso sermão para todas as pessoas de seu reino. No final deste sermão ele perguntou as pessoas se elas acreditavam em suas palavras. Sua resposta, exatamente o que eu estava buscando, pode ser encontrada em Mosias 5:2: “E todos clamaram a uma só voz, dizendo: Sim, acreditamos em todas as palavras que nos disseste e também sabemos que são certas e verdadeiras, por causa do Espírito do Senhor Onipotente que efetuou em nós, ou melhor, em nosso coração, uma vigorosa mudança, de modo que não temos mais disposição para praticar o mal, mas, sim, de fazer o bem continuamente”. 

O povo do Rei Mosias testificou que eles sabiam que suas palavras eram verdadeiras por causa do Espírito do Senhor Onipotente, ou em outras palavras, pelo poder do Espírito Santo. A parte deste versículo que se me chamou mais a atenção foi onde eles descreveram o efeito que o Espírito Santo havia tido sobre eles. Eles disseram que o Espírito: “efetuou em nós, ou melhor, em nosso coração, uma vigorosa mudança, de modo que não temos mais disposição para praticar o mal, mas, sim, de fazer o bem continuamente”. 

Ao ler este versículo, eu percebi como eu sabia que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Eu sabia que o Livro de Mórmon era verdadeiro porque quando eu o lia, meu coração era mudado pelo Espírito Santo. Eu não sentia simplesmente que ele era verdadeiro. Ele me motivava a mudar e a ser mais Cristão. Eu queria ser uma pessoa melhor. Meus desejos eram mudados. Meu desejo de pecar era removido e eu tinha um desejo maior de servir meu Pai Celestial e a meu próximo. 

Eu convido a todos que estão lendo isto a ler o Livro de Mórmon juntamente com a Bíblia. Eu posso prometer, assim como o profeta Morôni prometeu, que qualquer um que sinceramente ler e ponderar o Livro de Mórmon e perguntar a Deus em fé para saber se ele é verdadeiro, saberá pelo poder do Espírito Santo que ele é verdadeiro. Mas essa não pode ser apenas uma oração de interesse. Precisamos perguntar com “um coração sincero e com real intenção, tendo fé em Cristo” (Morôni 10:4). Real intenção significa que temos o desejo de agir de acordo com a resposta que recebemos. Deus apenas nos deixará saber a verdade do Livro de Mórmon se vivermos uma vida mais Cristã. Viver os ensinamentos do Senhor no Livro de Mórmon bem como na Bíblia tem trazido tanta alegria para minha vida e vai fazer o mesmo para todos que seguirem esse curso.

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Como posso reconhecer as respostas para minhas orações?

dezembro 24th, 2008

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Resposta Pessoal por Nathan 

As respostas para as orações podem vir de várias maneiras diferentes. Uma boa resposta para essa pergunta pode ser explicar algumas das maneiras genéricas pelas quais as orações são respondidas.

Existe um método de buscar revelação (comunicação entre Deus e o homem) que permite que as orações sejam respondidas. Buscar revelação corretamente começa através de um esforço de nossa parte. Uma simples oração nem sempre é o suficiente. Passos importantes que devem ser considerados são o jejum, ponderar, e edificar sobre a fé para aceitar uma resposta. Ao cumprirmos esses passos, Deus verá nossos esforços e nos abençoará igualmente. Um dos melhores métodos de buscar revelação ou respostas para nossas orações é fazer uma tentativa de decisão após o nosso jejum, ponderação e edificação na fé. Uma vez que sentimos que temos uma boa decisão preliminar, levamos a decisão ao Senhor e pedimos por uma confirmação. 

Confirmação através do Espírito Santo é certamente uma resposta para as orações e a maneira mais comum que Deus usa para responder minhas orações. Quando eu me volto para o Senhor em oração, perguntando se uma escolha é correta, é verdadeiramente um milagre sentir a paz em meu coração, a pureza de meus pensamentos, e um conhecimento de que a oração foi respondida. Quando a decisão que tento fazer não é correta à vista do Senhor, eu sinto certo desconforto e meus pensamentos não serão claros referentes a este assunto. Na Conferência Geral de abril de 2007 o Elder Richard G. Scott do Quorum dos Doze Apóstolos falou sobre este assunto. Acesso o discurso clicando no link: “O Dom Celestial da Oração“. 

As escrituras ensinam que o Espírito Santo nos dá revelações, ou respostas para as orações, em muitas maneiras. Veja se você pode relacionar a qualquer dessas maneiras pela qual o Espírito Santo responde nossas orações: 

  • João 14:26 – Ensina a verdade e trás à mente lembranças
  • Romanos 15:13 – Dá sentimentos de amor, alegria, paz, paciência, mansidão, gentileza, fé e esperança
  • 2 Néfi 32:1-5 – Ensina o que fazer
  • Mosias 5:2-5 – Fortalece o desejo de evitar o mal e obedecer aos mandamentos
  • Alma 19:6 – Substitui as trevas por luz
  • Joseph Smith – História 1:11-12 – Ajuda as escrituras a terem um efeito poderoso
  • Doutrina e Convênios 50:13-22 – Edifica tanto o professor quanto o aluno

Pregar o Meu Evangelho (Salt Lake City: Direitos Reservados, 2004), 96-97 

Muitas pessoas são levadas aos ensinamentos verdadeiros de Deus através de respostas as orações. Eu tenho observado várias pessoas buscando, ponderando e pedindo instruções sinceramente a Deus e então os vi recebendo confirmação do Espírito Santo que o assunto que eles estavam estudando é verdadeiro. Esse processo que eu tenho tentando explicar é a maneira pela qual eu que estou seguindo o caminho que Deus quer que eu siga.

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O que os Mórmons acreditam sobre Jesus Cristo?

dezembro 24th, 2008

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Resposta Pessoal por Chris 

The Light Of The World - Greg OlsenComo Mórmons, acreditamos que Jesus Cristo é o centro do Plano de Redenção, o qual ensina que alguém pode ser salvo no reino dos céus por um ato vicário de sacrifício. Cremos que Jesus Cristo vive e que é nosso Salvador, um exemplo de bondade, caridade, amor, e outros atributos perfeitos como registrado na Bíblia e em outras escrituras. Na Igreja Mórmon é ensinado que Jesus Cristo sofreu pelos pecados do mundo e que prometeu o perdão para todos os que vivem nesta terra se eles ouvirem e obedecerem aos seus mandamentos, os quais podem ser encontrados nas escrituras e nas revelações dos profetas vivos. Ele é o Filho Vivo de Deus, o Unigênito na carne e o Filho mortal de Maria. 

Jesus Cristo foi batizado por João Batista no Rio Jordão para “cumprir toda retidão” (ver Mateus 3:15) e para nos mostrar o caminho da vida eterna. Ele é adorado na vida diária das famílias Mórmons que fazem oração diariamente e nas reuniões familiares semanais. Renovamos nossos convênios, ou promessas sagradas, com Deus, o Pai, no nome de Jesus Cristo aos domingos na reunião sacramental. Na reunião sacramental partilhamos do sacramento, conhecido por outras denominações como a Ceia do Senhor, que foi instituída por Cristo a seus Doze Apóstolos originais. Buscamos conhecê-lo de toda maneira possível através de seguir os seus ensinamentos registrados no Novo Testamento. Em conclusão, acreditamos nos ensinamentos do Apostolo Paulo aos Hebreus; que Deus e Seu Filho Jesus Cristo são imutáveis e eles são os mesmos “ontem, hoje e para sempre” (ver Hebreus 13:8). Eles continuarão a revelar a verdade para seus servos escolhidos para que todos possamos receber a felicidade eterna nesta vida e a vida por vir através de nos apoiarmos no amável ato do Salvador para este mundo, Jesus Cristo.

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Deus sente nossas dores?

dezembro 24th, 2008

Resposta Pessoal por Jack 

Aos 50 anos eu estava surfando com meu filho de 16 anos e seus amigos na praia Laguna, Califórnia. Eu peguei uma “última onda” e acidentalmente bati minha cabeça em uma pedra submersa, quebrei meu pescoço, e minha espinha dorsal ficou severamente ferida entre a segunda e terceira vértebra cervical. Eu fiquei paralisado instantaneamente, fiquei inconsciente e acordei duas horas depois no hospital Laguna rodeado por médicos e enfermeiras. Uma das enfermeiras percebeu que meus olhos estavam abertos e disse para mim: “Jack, se você consegue entender o que estou falando, pisque uma vez”. Eu pisquei e houve um sinal aparente de alívio dentro da sala. Neste dia começou para mim uma nova vida que tem continuado pelos últimos 19 anos. 

Por causa da minha fé pessoal em um Deus  e sua bondade, eu nunca fiquei bravo com Ele, nem sai por ai dizendo, com atitude de auto-piedade: “Por que eu?”. Entretanto, foi necessário algum tempo até que eu entendesse que Deus e Cristo sentiram e sofreram por minha dor o mesmo, se não mais, que eu. 

Embora não tenha ficado com raiva com meu acidente e a resultante paralisia, eu fiquei devastado e triste por um tempo. Simplesmente parecia que eu havia perdido tanto e que não podia conceder em viver por qualquer período extensivo de tempo completamente paralisado do pescoço para baixo e com necessidades de auxilio. 

Eu entrei em uma profunda e negra depressão e houve dias em que eu teria achado bem vindo uma saída antecipada da mortalidade. Eu continuei, entretanto, a orar, e finalmente após um longo período de preparação eu tive uma experiência maravilhosa que me fez saber para sempre que Deus sente nossas dores e está ansioso para nos ajudar. 

Eu cheguei ao fim da esperança. Eu havia chegado ao limite. Eu percebi que nenhum medico ou homem nesta terra que poderia fazer para mim o que eu precisava mais. Eu sabia que por causa da natureza do ferimento eu jamais conseguiria “voltar atrás”. O que eu precisava e ansiava era esperança, paz, e o senso de bem-estar que eu havia perdido por causa do meu acidente. Finalmente eu me voltei para Deus com todo o meu coração e alma em oração, como nunca havia orado antes. Eu eventualmente vim a entender o quanto eu era amado pelo Salvador e um amável, gentil e misericordioso Pai Celestial. Eu não tive uma visão, mas eu recebi um novo coração e estava cheio de paz, esperança, alegria e um senso de bem-estar que eu nunca pensei sentir novamente. 

Esses sentimentos jamais desapareceram, mas tem se intensificado cada vez mais nos últimos 19 anos. Eu comecei a entender, e a saber agora, que Deus e Cristo sabem o que sentimos e compartilham nossas dores. Estou convencido através de minhas experiências pessoais que eles tomaram sobre si nossas dores e sofrimentos através de sua graça e amor infinitos se desejarmos apenas confiar neles e vir a eles com todo nosso coração. 

Acreditando nas escrituras, eu tenho um sentimento de quão sensitivo a deidade é para com nosso sofrimento e dor na mortalidade. Quando seu bom amigo, Lazaro, morreu, Jesus veio a seu auxilio e confortou suas irmãs, Maria e Marta. Sobre isto podemos ver nas escrituras que “Jesus chorou” (ver João 11:35). Existem registros quase incontáveis nos Evangelhos sobre Jesus curar os doentes, restaurar a vida aos mortos e manifestar uma compaixão incrível para com todos a seu redor. 

Após sua ressurreição podemos encontrar um registro sobre uma experiência que o envolveu: “Tendes enfermos entre vós? Trazei-os aqui. Há entre vós coxos ou cegos ou aleijados ou mutilados ou leprosos ou atrofiados ou surdos ou pessoas que estejam aflitas de algum modo? Trazei-os aqui e eu os curarei, porque tenho compaixão de vós; minhas entranhas estão cheias de misericórdia… E aconteceu que Ele ordenou que as criançinhas fossem levadas a Sua presença. Levaram, pois, suas criancinhas e colocarm-nas no chão, ao redor dele; e Jesus ficou no meio; e a multidão cedeu espaço até que todas as crianças fossem levadas a ele… [então] ele chorou e a multidão testificou isso; e pegou as criancinhas, uma a uma, e abençoou-as e orou por elas ao Pai. E depois de haver feito isso, chorou de novo…” (3 Nefi 17:7-22). 

Em uma visão o profeta Enoque viu a seguinte cena que foi preservada para nos como Deus olhou para a iniqüidade de seu povo e a dor resultante e a agonia que eles estavam experimentando e ainda experimentariam neste mundo: “E aconteceu que o Deus do Céu olhou o … povo e chorou; e Enoque prestou testemunho disso dizendo: Como é que os céus choram e derramam lágrimas como a chuva sobre as montanhas? E Enoque disse ao Senhor: Como é que podes chorar, sendo que és santo e de toda eternidade para toda eternidade?” (Moisés 7:28-29).

Sim, Deus sente nossas dores! Ele é um Deus de amor e compaixão. Eu desejo a todos que já tiveram um problema ou desafio serio em suas vidas poderiam ter tido a minha experiência. Eu sei que eles podem, mas é necessário fé, confiança e voltar para Deus com todo o nosso coração.

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Posso ter fé e ainda acreditar na ciência?

julho 11th, 2008

Resposta Pessoal por Jack

 

Essa é uma pergunta muito boa que nos faz pensar. Eu imaginaria que muitas pessoas, em uma época ou outra, sentiram que talvez há um conflito grande entre a religião e a ciência. A idade da terra, como ela foi criada, evolução, os dinossauros, e uma quantidade enorme de outras questões que parecem que ao termo fé não em Deus não podemos aceitar as evidencias das verdades descobertas pelos métodos científicos.

 

Recentemente eu li um livro fascinante que, por alguma razão, eu havia perdido por anos que me ajudou a entender essa suposta rivalidade ciência vs. Religião. Chama-se Reflections of a Scientist (Reflexões de um Cientista), por Henry Eyring. O livro foi publicado em 1983 e pode ser difícil de encontrar, mas é de grande valia a leitura caso o encontre.

 

Henry Eyring foi um químico renomado mundialmente que ensinou por muitos anos na Universidade de Princeton no final da década de 30 e durante a Segunda Guerra Mundial. Albert Einstein também estava no corpo docente e eles compartilharam muitas experiências juntos naqueles anos.

 

Henry Eyring eventualmente aceitou uma oferta para trabalhar na Universidade de Utah, para liderar o departamento de química e passar o restante de sua vida trabalhando na instituição.

 

Eu escolhi as seguintes declarações de seu livro: “Algumas pessoas tem me perguntado: ‘Existe qualquer conflito entre ciência e religião?’. Não há nenhum conflito em minha mente sobre Deus, mas frequentemente existem conflitos na mente dos homens. Através das eternidades, nos aproximaremos cada vez mais do entendimento da mente de Deus; então os conflitos desaparecerão… . Eu tive dificuldades para entender porque as pessoas se afastam da [religião]. Estou certo de que os motivos são diferentes e variados. Eu posso entender se uma pessoa quer ter um mal comportamento e racionalizou por si mesmo. Ele tem pensado que está correto. Mas eu entendo que a pessoa que pensa que tem que ser tão inteligente quanto o Senhor, entender tudo, e não ter nenhuma contradição em sua mente podem ter problemas. Existem todos os tipos de contradições que eu não entendo, mas eu encontro o mesmo tipo de contradições na ciência, e eu não decidi apostatar da ciência. A logo prazo, a verdade é o seu próprio juiz”.

 

No outono de 1957 a Fundação Welch convidou os químicos e físicos nucleares mais talentosos e famosos do mundo para um jantar com premiações especial em Houston, Texas. Henry Eyring, um cientista conselheiro da Fundação, estava sentado à mesa com 12 destes cientistas notáveis. Também sentado à mesa estava o Sr. Malone, procurador da fundação, que disse: “Dr. Eyring, quantos destes cavalheiros acreditam em um Ser Supremo?”. Eu respondi, “não sei, mas vou perguntar.”

 

“Eu perguntei se todos tinham o desejo de responder a pergunta. Todos concordaram. A pergunta foi então formulada precisamente: ‘O que melhor expressa o seu ponto de vista: que há um Ser Supremo ou que não há um Ser Supremo? ’ Então eu perguntei a estes doze cientistas, e todos disseram: ‘Eu acredito’. Todos estes estudantes das ciências exatas viram na ordem universal sobre eles a evidencia de um Ser Supremo. Dois dos doze haviam recebido um Premio Nobel, e os outros dez acreditavam que deveriam ter um Premio Nobel também, portanto, este era um grupo bastante distinto”.

 

Henry Eyring amava as ciências e Deus, nunca encontrando qualquer conflito entre a verdadeira ciência e a verdadeira religião. O propósito de sua vida foi descobrir as verdades as quais ele fez tanto como cientista quanto como homem de fé. O incidente a seguir que aconteceu na Universidade de Utah em certa ocasião é típica do pensamento deste grande homem:

 

“Certa vez enquanto falava na Universidade de Utah como parte de um painel de homens no cosmos, eu construí meu discurso sobre a famosa pergunta de Poncio Pilatos, ‘O Que é Verdade?’. Após meu discurso, um rapaz na audiência se levantou e disse: ‘Bem, Dr. Eyring, eles me disseram que o que você faz é colocar a religião em um compartimento e a ciência em outro. Isto é inconveniente? Por exemplo, eu gostaria de propor uma pergunta para o senhor. No Diário das Moças, Joseph Smith é citado por dizer que as pessoas vivem na lua’. Ele continuou: ‘Agora, Dr. Eyring, sabemos que não há oxigênio na lua, portanto, isso não pode ser possivelmente verdade. O que o senhor diz desta pergunta?”

 

“Eu respondi mais ou menos como a seguir: ‘eu especialmente aprecio ter recebido esta pergunta, porque é fácil de responder, e eu gosto mais de perguntas fáceis de responder do que as difíceis. Como Santo dos Ultimos Dias, assim como qualquer outro homem honesto, eu sou obrigado a aceitar apenas a verdade. Eu simplesmente tenho que investigar se os homens moram ou não na lua. Eu estou razoavelmente certo que eles não mores, mas saberemos em breve através de exploração direta. Se não o encontrarmos lá, eles não moram lá. Como um Santo dos Ultimos Dias, meus problemas são simples assim”.

 

“Agora, sobre o Profeta Joseph Smith? Eu não sei se ele disse ou não que homens moram na lua. Mas se ele disse ou não, não me perturba nem um pouco. Um profeta é maravilhoso porque às vezes ele fala pelo Senhor. Isso ocorre em certas ocasiões quando o Senhor deseja que seja feito. Em outras ocasiões ele fala por si mesmo, e uma das doutrinas maravilhosas desta Igreja é que não acreditamos infalivelmente em qualquer mortal. Se em sua especulação o Profeta pensa que existem pessoas morando na lua, isso não tem efeito em minha crença que em outras ocasiões, quando o Senhor desejou, ele falou as idéias que o Senhor o inspirou a dizer. É por estes momentos de profunda reflexão que eu o honro e o sigo”.

 

A verdade deve ser o que todos estamos procurando, e a verdade sempre será parte da verdadeira ciência e da verdadeira religião. Não há conflito entre as duas!

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Eu sou, mesmo sendo membro da Igreja Mórmon, um Cristão?

julho 10th, 2008

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Resposta Pessoal por Steven

Enquanto servia como um missionário Mórmon, me perguntavam com freqüência se nos, os Mórmons, éramos ou não Cristãos. A princípio eu não entendia o porquê as pessoas questionariam a Cristandade de uma religião que carrega o nome de Jesus Cristo em seu nome. Eu percebi que, como membros da Igreja Mórmon, somos bem diferentes do que os membros da maioria das igrejas Cristãs em dois pontos principais. Acreditamos em um livro de escrituras separados que acompanha a Bíblia (o Livro de Mórmon), e acreditamos que Deus continua a fazer sua obra através de profetas em nossos dias, começando com Joseph Smith. Eu cheguei a conclusão que as pessoas deveriam pensar que não somos Cristãos principalmente por estes dois pontos. Eu desejei compartilhar uma experiência pessoa de como essas duas crenças me levaram a acreditar mais firmemente em Jesus Cristo.

Quando eu tinha 14 anos, eu era um rapaz bastante normal que estava eLost and Found - Greg Olsennvolvido em algumas bobagens do mundo. Eu ia para a igreja todas as semanas com minha família, mas não necessariamente vivia, nos outros dias da semana, as coisas que me eram ensinadas. Uma semana eu estava em férias com a família, e aconteceu de eu abrir o Livro de Mórmon e começar a ler (isso não era uma pratica comum para mim quando eu tinha 14 anos). Entretanto, no meio da minha leitura eu achei uma escritura que tocou meu coração profundamente. Era um alerta para viver uma vida justa e um alerta da conseqüência dos pecados. Essa escritura permitiu o Espírito Santo entrar em meu coração e me fez querer mudar. Eu me lembro de ter um sentimento horrível de culpa por desobedecer a certos mandamentos. Esses sentimentos do Espírito me fizeram ajoelhar e fazer uma oração para meu Pai Celestial. Eu me lembro que eu implorei por perdão e a resposta não veio imediatamente.

Eu continuei a orar e a ler as escrituras nas semanas seguintes. Eu aprendi sobre Jesus Cristo e sobre seu sacrifício. Eu me lembro de um dia ter aprendido que Cristo tinha vencido o mundo e todos os seus pecados. Eu aprendi que Cristo havia suportado e sentido as culpas que eu estava sentido, e que ele havia sofrido além do que eu estava experimentando, uma vez que o seu sacrifício foi para todos nós. Eu aprendi que Cristo havia vencido aqueles sentimentos e que agora Ele havia sido elevado para junto de seu Pai. Eu ponderei então: “Se o Salvador venceu seus desafios, Ele poderia me ajudar a vencer os meus?”. A resposta foi um absoluto e empático “Sim!”. Ele me ajudou, Ele me ajudou a sentir a remissão de meus pecados e a sentir paz novamente em minha vida. Eu senti perdoado por causa do sacrifício de Jesus Cristo.

Este foi um ponto onde minha vida mudou. Eu estava convertido ao Evangelho de Jesus Cristo e não queria olhar para trás. Como essa grande mudança aconteceu? Porque eu estava lendo o Livro de Mórmon e o Espírito mudou meu coração. Como eu recebi o Livro de Mórmon? Porque um profeta chamado Joseph Smith, um verdadeiro profeta de Deus, traduziu o livro para que pudéssemos lê-lo hoje em dia. O Espírito não poderia testificar para mim a veracidade do que eu estava lendo se o livro fosse falso. O que eu senti não foi simplesmente minhas emoções. Ela veio com absoluta convicção de que a verdade pode vir para cada um de nos, como filhos de Deus. Joseph não poderia ter traduzido o livro se ele fosse um falso profeta. Eu testifico que Jesus Cristo é o Salvador do mundo e meu Salvador pessoal. Ele está onde minha fé está. Eu acredito com todo o meu coração que Jesus Cristo chamou Joseph Smith para ser um profeta, e que o Livro de Mórmon é um outro testamento de Jesus Cristo. A Bíblia e o Livro de Mórmon são companheiros, ambos ensinando a misericórdia e graça de Jesus Cristo. Eu acredito com todo meu coração que eu sou um Cristão e que meus amigos que são Mórmons e que vivem da maneira que os Mórmons são ensinados a viver também são Cristãos. Eu sei que isso é verdade.

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O que uma Conferência Geral significa para mim?

julho 9th, 2008

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Resposta Pessoal por Lance

Na primeira semana de abril e na primeira semana de outubro, os líderes de A Igreja de Jesus CristoMormon General Conference dos Santos dos Últimos Dias (freqüentemente chamada de Igreja Mórmon), incluindo os profetas e os Doze Apóstolos, falam ao mundo no que é conhecido como Conferência Geral. Do Centro de Conferencia em Salt Lake City as palavras do profeta, dos apóstolos e outros líderes são transmitidas via TV, radio, satélite e internet para mais de oitenta países e traduzido para mais de oitenta idiomas. Convidamos a todos, indiferente dos costumes religiosos, a se unir a nos e assistir ou ouvir a Conferência Geral.

A razão pela qual eu amo as Conferências Gerais é mais bem descrita pelas palavras iniciais de um dos hinos da Igreja “Vinde ao profeta escutar, Ouvi a voz de Deus” (Hinos: Salt Lake City : A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, 1985, n. 10).

Eu sei que as mensagens preparadas são verdadeiramente inspiradas por Deus e são suas palavras. Os oradores preparam, em espírito de oração, e são guiados pelo Espírito Santo no que devem dizer. Ao ouvi-los, o Espírito Santo testifica as verdades que necessito em minha vida. Todas as vezes que eu ouço a Conferência Geral recebo inspirações sobre como eu posso ser um Cristão melhor. Eu sempre saio de lá com grande determinação de seguir os mandamentos e servi aos outros. Eu sou inspirado a saber o que eu preciso me arrepender ou simplesmente mudar em minha vida para me aproximar mais do Pai Celestial.

Uma forma que eu sei que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é verdadeira é que eu posso ouvir essas revelações modernas na Conferência Geral. Assim como os antigos apóstolos ensinaram o povo de acordo com os desafios de seus dias, os profetas e apóstolos modernos claramente explicam as doutrinas de Cristo e falam sobre desafios que a Igreja enfrenta na atualidade.

Por exemplo, muitas pessoas se perguntam sobre a posição dos Mórmons sobre a Bíblia, uma vez que também temos o Livro de Mórmon e outras escrituras. Um dos Doze Apóstolos, Elder M. Russell Ballard, fez um discurso incrível em abril de 2007 intitulado “O Milagre da Bíblia Sagrada” na qual nossa visão da Bíblia como a palavra de Deus ficou bem esclarecido.

Falando aos membros da Igreja ele disse: “Irmãos e irmãs, tenho certeza de que muitos de vocês passaram pela experiência de ouvir pessoas dizerem que “os mórmons não são cristãos porque têm sua própria Bíblia, o Livro de Mórmon”. Para qualquer pessoa com esse tipo de concepção errônea, afirmamos que cremos em nosso Senhor Jesus Cristo como nosso Salvador e o autor de nossa salvação, e que cremos na Bíblia Sagrada, a reverenciamos e amamos. De fato, temos escrituras sagradas adicionais, inclusive o Livro de Mórmon, mas ele
apóia a Bíblia e jamais a substitui” (M. Russell, in Conference Report, abril 2007, 81). Clique Aqui para ler todo o discurso.

A pergunta surgiu bem recentemente questionando se os Mórmons são Cristãos. Elder Jeffrey R. Holland, outro apostolo, dedicou seus dois últimos discursos da Conferência Geral dedicadas a este assunto. Ele disse que existem duas razões principais para as pessoas falsamente assumirem que não somos Cristãos. A primeira é o nosso ponto de vista sobre a Trindade, que são três seres distintos e separados. Em outubro de 2007 ele fez um discurso intitulado: “O Único Deus Verdadeiro, e Jesus Cristo, a Quem [Ele Enviou]”. Neste discurso, Elder Holland explica como a visão moderna da trindade veio dos conselhos do quarto ou quinto século e os credos que foram estabelecidos. Após explicar de onde veio a noção da trindade, ele ensinou com clareza a verdadeira natureza de Deus e Jesus Cristo, usando as escrituras. Para ler todo o discurso Clique Aqui.

A outra razão pela qual Elder Holland disse o porquê as pessoas possam acreditar que não somos Cristãos é porque acreditamos nas revelações continuas que permite uma quantidade ilimitada de escrituras. Neste discurso “Minhas Palavras (…) Jamais Cessam”, deixado na Conferência Geral de abril de 2008, ele explica que nossa crença em revelação contínua está em acordo com os meios que Deus tem trabalhado através dos tempos. Nossa crença no Livro de Mórmon e em revelações modernas simplesmente mostra que Deus tem falado com todas as nações na antiguidade e que Ele ainda fala atualmente. Para ler esse discurso Clique Aqui.

Durante a primeira semana de abril e outubro as quatro seções da Conferência Geral são realizadas no sábado e domingo em horários predefinidos. Na manha de domingo, também há a sessão do sacerdócio para todos os homens da Igreja. Cada sessão é composta de oradores diferentes que cobrem vário tópicos. Eu espero ansiosamente estes finais de semana a cada seis meses porque a Conferência Geral é um banquete espiritual para mim com as palavras de Deus.

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