Warning: Invalid argument supplied for foreach() in /home/elds/public_html/pt.elds.org/wp-content/themes/CodeBlue-igrejamormon-net/config.inc.php on line 3
Liberdade Religiosa | Igreja Mormon

Liberdade Religiosa

fevereiro 15, 2011 por · Deixe um comentário
Arquivado em: Crenças Mórmon, Estilo de vida Mórmon 
Tags:

Os mórmons creditam   firmemente na  liberdade religiosa.  Muitos dos primeiros  colonos que vieram aos  Estados Unidos vieram  porque procuravam  liberdade para praticar  sua religião. Embora  alguns deles não eram  praticantes desse conceito quando se aplicava a outros, esse desejo da liberdade de praticar a religião, eventualmente acabou levando a um maior respeito pelas demais. Na época em que os Mórmons estavam estabelecendo o evangelho restaurado, o mundo estava de certa forma preparada para permitir que tal fé se desenvolvesse. É claro, que houve desafios e muitas pessoas tentaram impedir que os Mórmons tivessem liberdade religiosa além também de outras religiões, mas, em geral o pais era o lugar certo para tal empreendimento.

Acompanhe as ponderações dos lideres Mórmons sobre a liberdade religiosa.

Separação Entre Igreja E Estado

“Infelizmente, boa cultura por si só não é suficientemente forte para se perpetuar para sempre. Força adicional é necessária a partir do poder da convicção teísta. Por esta razão, uma politica de separação completa entre a Igreja e o Estado poderia tornar-se contraproducente. As forças teístas iriam ser suprimidas e forças ateístas iriam florescer sem oposição na sociedade. O nobre e teísta conceito da “liberdade de religião” poderiam ser retorcidos e se tornar uma “liberdade de religião” ateia. Tal politica desiquilibrada poderia varrer nossas forças teístas para o sucesso da sociedade e deixar o campo aberto a uma ideologia ateia, secularista, causando enormes prejuízos para todos.” (Para maiores informaçoes a respeito desse discurso veja Apostle Talks Religious Freedom to Boston Youth por Russell M. Nelson.)

Exclusão Religiosa

Nosso governo esta sucumbindo à pressão e se distanciando de Deus e da religião. Consequentemente, o governo esta descobrindo que é incapaz de contender com mais e mais pessoas que “desejam banir a moralidade e a religião.” Uma simples proibição constitucional da igreja patrocinada pelo Estado, evoluiu para a proibição judicial contra as representações dos Dez Mandamentos em prédios do governo, presépios de Natal em propriedades publicas e oração em reuniões publicas. Em vez de procurar uma “moral nacional” baseada em “princípios religiosos” como pede Washington, muitos estão procurando ativamente um padrão cego de amoralidade legislativa, com a exclusão total da menção de Deus em praça publica.

Esse padrão de exclusão religiosa é absolutamente e equivocadamente contra as intenções daqueles que projetaram nosso governo. Vocês acham que foi o mero acaso que colocou a liberdade de culto de acordo com a consciência individual entre as primeiras liberdades especificadas na Declaração de Direitos – liberdades que são destinadas a florescerem em conjunto ou morrerem separadamente? Os Pais Fundadores entendiam a herança espiritual dessa nação. Eles frequentemente declaravam que a mão de Deus estava sobre ela, e que Ele estava trabalhando através deles para criar o que uma vez Chesterton chamou de “uma nação com a alma de uma igreja.” (Richard John Neuhaus, “A New Order for the Ages,” discurso feito na Conferencia da Liberdade Religiosa da Philadelphia, 30 de maio de 1991.) Enquanto influenciados pela história e pelo conhecimento adquirido, a única fonte de referencias mais influente em seu trabalho sobre a Constituição foi a Bíblia Sagrada. (M. Russell Ballard, “Religion in a Free Society,” Ensign, Outubro de 1992, p. 64)

Parecem que estamos desenvolvendo uma nova religião civil. A religião civil a qual me refiro é a religião secular. Não tem nenhuma moral absoluta. Não possui denominação. Não possui Deus. É politica focalizada. É antagonismo religioso. Rejeita as históricas tradições religiosas da América. É estranha. Se essa tendência continuar a descrença será mais valorizada do que a crença. Todas as crenças devem ser protegidas, porém o ateísmo, agnosticismo, o cinismo e o relativismo moral devem ser mais protegidos e valorizados do que o Cristianismo, o Judaísmo e os princípios do Islã, que defende a existência de um Ser Supremo e que os mortais são responsáveis perante ele? Se assim for, esta seria em minha opinião colocar a América sob um grande perigo moral.

Para aqueles que acreditam em Deus, essa nova religião civil fomenta algumas das mesmas preocupações dos estados religiosos que fizeram nossos antepassados escaparem para o Novo Mundo. Os nãos crentes estão financiando mais o corpo politico que os crentes. Os professores de história sabem conhecem bem a premissa que deve existir união em alguns absolutos morais em todas as sociedades para que durem e progridam. Na verdade, sem uma moralidade nacional eles se desintegram. Em provérbios, somos lembrados que “a retidão exalta uma nação: mas o pecado é o opróbio dos povos” (Prov. 14:34). A longa historia e tradição da América, que tinha suas raízes nas petições por orientação divina, esta sendo desafiada.

A nova religião civil é diferente daquela vislumbrada por Benjamin Franklin, que aparentemente foi o primeiro a usar o termo “religião civil.” (M. Marty, Pilgrims in Their Own Land, 1984, pp. 155–66.) A “religião civil” de Franklin, como eu a entendo, foi imaginada para substituir os estados religiosos europeus, com a suas taxações forçadas e opressivas. Franklin sem duvida imaginava que esse vácuo seria preenchido com um patriotismo refletido pelos símbolos nacionais, orgulho, a ética, valores e propósitos. Sua declaração eloquente sobre a intervenção divina na Convenção Constitucional indicava claramente que não se opunha a religiosidade. (James E. Faust, “A New Civil Religion,” Ensign, Outubro de 1992, p. 69)

Citando George Washington

Em janeiro de 1793, em uma carta para os membros da Nova Igreja de Baltimore, o Presidente George Washington fez a seguinte observação que é muito pertinente nesse momento:

“Temos motivos para nos alegrar abundantemente nesta terra em que a luz da verdade e da razão triunfaram sobre o poder do fanatismo e da superstição, e que cada pessoa pode, aqui, adorar a Deus segundo os ditames do seu coração. Nesta época esclarecida e nesta terra de igual liberdade, é o nosso orgulho que dogmas religiosos de um homem não perderá a proteção das leis, nem privá-lo do cumprimento integral e dos direitos de cidadania a que tem direito.” (Veja The Threatened Demise of Religion in the Public Square – Discurso feito pelo Elder Lance B. Wickman na J. Reuben Clark Law Society.)

Cooperação Inter-Religiosa Para A Proteção Da Liberdade Religiosa

Os membros de nossa igreja frequentemente se unem com outros cidadãos da mesma opinião, independente da convicção religiosa, ao apoiar causas nobres e projetos humanitários. Isso pode ser feito independentemente sem perder a força e a identidade. Estamos cientes que as lições da história demonstram que as tentativas de unir grupos de diferentes orientações religiosas através de uma mistura teológica não foram sempre bem sucedidas. Na verdade, quando as doutrinas divinas são sacrificadas para acomodar as pressões sociais, as instituições religiosas acabam se tornando não mais relevantes do que outras instituições de caridade. Ao mesmo tempo, nós devemos ser modelos de tolerância com os outros, cujas crenças sagradas podem ser diferentes das nossas. Reconhecemos que, se uma religião é perseguida, todas são atacadas.

Precisamos salvaguardar o bom relacionamento que a religião tem com os governos e para as pessoas a quem servimos. Temos a obrigação de tomar uma posição firme em questões morais, a fim de preservar um ambiente saudável de ética. Como lideres religiosos, a nossa participação no processo politico pode ser necessária para proteger a preciosa liberdade religiosa. Isto é particularmente importante em países do mundo cujos cidadãos, até recentemente, tem sido privados da liberdade de expressão e da pratica religiosa. Muitos desses países estão agora mudando suas leis para conferir liberdades que cidadão de outros países tem a muito tempo. Essas democracias em desenvolvimento merecem apoio.

Certos projetos humanitários podem ser exercidos de forma independente ou coletivamente. Podemos promover a educação a respeito dos valores morais, das artes, do serviço da humanidade, e do valor da própria educação. Podemos incentivar a vida familiar, sabendo que a paciência, a retidão e amor serão recompensados com alegria eterna. (Russell M. Nelson, “Combatting Spiritual Drift—Our Global Pandemic,” Ensign, Novembro de 1993, p. 102–8)

About Guest Author

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado  Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

  • Pergunte a um Mórmon
  • Escritura do dia

    • Há uma lei, irrevogavelmente decretada no céu antes da fundação deste mundo, na qual todas as bênçãos se baseiam— E quando recebemos uma bênção de Deus, é por obediência à lei na qual ela se baseia.

      D&C 130:20-1

  • Tópicos recentes

  • Páginas