O que os Mórmons pensam sobre Mohamed?
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Resposta Pessoal por Brian Hauglid
Desde 11 de setembro de 2001 Mohamed tem sido tratado tanto como um ícone de paz quando um provocador de guerras, dependendo de como alguém interpreta os seus ensinamentos e/ou os distinguem do facismo islâmico. As escrituras Mórmons e os ensinamentos de seus líderes dão uma visão mais completa de como A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias vê Mohamed e o islamismo (bem como outras religiões) e prove instruções para seus membros procurar entender e ter bons relacionamentos como os membros de todas as religiões.
Das escrituras:
“Portanto, tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-lho também vós, porque esta é a lei e os profetas” (Mateus 7:12)
“Pois nenhuma destas iniqüidades vem do Senhor, porque ele faz o que é bom para os filhos dos homens; e convida todos a virem a ele e a participarem de sua bondade; e não repudia quem quer que o procure, negro e branco, escravo e livre, homem e mulher; e lembra-se dos pagãos; e todos são iguais perante Deus, tanto judeus como gentios” (2 Néfi 26:33; ver também versículos 26-32).
“Porque eis que o Senhor concede a todas as nações que ensinem a sua palavra em sua própria nação e língua, sim, em sabedoria, tudo o que ele acha que devem receber; vemos, portanto, que o Senhor aconselha com sabedoria, segundo o que é justo e verdadeiro” (Amlma 29:8).
“E porás em ordem as igrejas; e estudarás e aprenderás e familiarizar-te-á com todos os bons livros e com línguas, idiomas e povos” (Doutrina e Convênios 90:15).
Joseph Smith: “Devemos sempre estar atentos a esses preconceitos os quais tão estranhamente está presente em nós, e é tão congenial da natureza humana, contra nossos amigos, vizinhos e irmãos do mundo, que escolhem ser diferentes de nossas opiniões e em assuntos de fé. Nossa religião é entre nós e nosso Deus. A religião deles é entre eles e o seu Deus”.
“Existe um amor de Deus que deveria ser exercitado para com aqueles de nossa fé, que caminham erguidos, o que é peculiar de si mesmo, mas é sem prejulgamento; também dá âmbito a mente, a qual nos capacita a nos conduzir com maior liberdade em direção a todos que não são de nossa fé, então o que eles exercitam uns para com os outros” (Ensinamentos, 1973, 146-147).
B. H. Roberts: “Deus criou homens e profetas sábios aqui e ali entre todos os filhos dos homens, em sua própria língua e nacionalidade, falando com eles através de meios que não podemos compreender; nem sempre dando a plenitude da verdade tal como pode ser encontrada na plenitude do Evangelho de Jesus Cristo; mas sempre dando a medida de verdade que o povo está preparado para receber… Então com o profeta Árabe, aquele espírito selvagem que fez com que os Árabes deixassem de adorar ídolos para um conceito de Criador dos céus e da terra que era mais excelente do que sua concepção prévia da Deidade… Onde quer que Deus encontre uma alma iluminada o suficiente e pura; alguém com quem seu Espírito pode se comunicar, então! Ele faz dele um professor de homens” (Defesa da Fé e dos Santos, “Revelação e Inspiração”, vol. 1, parte 3, cap. 4, pp. 512-513).
Orson F. Whitney: “Outros homens bons e grandes, não portadores do Sacerdócio, mas possuindo uma profundidade de pensamento, grande sabedoria e desejo de elevar seus companheiros, tem sido enviados pelo Todo-Poderoso para muitas nações, para lhes dar, não a plenitude do Evangelho, mas a porção da verdade que eles podem receber e usar com sabedoria” (Conference Report [Salt Lake City: Deseret Book, abril de 1921], pp. 32-33).
No dia 15 de fevereiro de 1978 a Primeira Presidência, (a maior autoridade do corpo da Igreja), fez uma declaração oficial intitulada “Deus Ama toda a Humanidade” que os grandes líderes religiosos do mundo, tais como Mohamed, Confucius, e os Reformadores, bem como os filósofos, incluindo Sócrates, Platão e outros, receberam uma porção da Luz de Deus. Verdades morais foram dadas quando eles, iluminados por Deus, levaram conhecimento a todas as nações e trouxeram um nível maior de entendimento para os indivíduos.
Como visto acima, as escrituras e líderes da Igreja citados nos ensinam que Deus tem inspirado muitos indivíduos na história do mundo, incluindo Mohamed, para elevar as pessoas para um nível mais alta de entendimento e obediência a Sua vontade.
Hoje em dia, mais do que nunca, Mohamed e a fé que ele fundou está nos jornais, e primariamente é lançada como algo negativo. É agora tão fácil navegar na internet para achar justificativa de ambas fontes, externas e internas, sobre o islamismo para fabricar um islamismo puro, perfeito ou satânico, que é a principal dificuldade de discernir o que é real e o que é fantasioso sobre Mohamed e o islamismo.
Significantemente, além do conhecimento de que Mohamed “recebeu uma porção da luz de Deus” nenhum julgamento particular, a favor ou contra , emergiram das escrituras ou dos ensinamentos dos líderes da Igreja, e particularmente da declaração oficial de 1978. o que foi enfatizado é a necessidade de procurar por inspiração de Deus e as coisas boas nas outras religiões, e construir pontes de fé e entendimento entre a Igreja e as pessoas de outras religiões.
Portanto, como os Mórmons vêem Mohamed? Em suma, Mohamed deve ser visto como alguém que recebeu inspiração de Deus para ajudar uma grande parte da humanidade para um patamar mais elevado de entendimento e obediência, e teve resultados imensuravelmente bons para os aderentes que sinceramente se esforçam para viver de acordo com os princípios morais ensinados dentro de sua religião. Portanto, Mohamed deve ser visto como um instrumento de Deus para trazer esse povo para um nível mais elevado de obediência dentro da sua vontade.
This entry was posted on sábado, fevereiro 23rd, 2008 at 7:26 pm and is filed under Array. You can follow any responses to this entry through the /feed feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

