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	<title>Igreja Mormon &#187; Adversidade</title>
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	<description>Beliefs and stories from members of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints</description>
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		<title>Deus sente nossas dores?</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Dec 2008 12:17:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>
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		<description><![CDATA[Resposta Pessoal por Jack  Aos 50 anos eu estava surfando com meu filho de 16 anos e seus amigos na praia Laguna, Califórnia. Eu peguei uma &#8220;última onda&#8221; e acidentalmente bati minha cabeça em uma pedra submersa, quebrei meu pescoço, e minha espinha dorsal ficou severamente ferida entre a segunda e terceira vértebra cervical. Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resposta Pessoal por Jack</strong> </p>
<p>Aos 50 anos eu estava surfando com meu filho de 16 anos e seus amigos na praia Laguna, Califórnia. Eu peguei uma &#8220;última onda&#8221; e acidentalmente bati minha cabeça em uma pedra submersa, quebrei meu pescoço, e minha espinha dorsal ficou severamente ferida entre a segunda e terceira vértebra cervical. Eu fiquei paralisado instantaneamente, fiquei inconsciente e acordei duas horas depois no hospital Laguna rodeado por médicos e enfermeiras. Uma das enfermeiras percebeu que meus olhos estavam abertos e disse para mim: &#8220;Jack, se você consegue entender o que estou falando, pisque uma vez&#8221;. Eu pisquei e houve um sinal aparente de alívio dentro da sala. Neste dia começou para mim uma nova vida que tem continuado pelos últimos 19 anos. </p>
<p>Por causa da minha fé pessoal em um Deus  e sua bondade, eu nunca fiquei bravo com Ele, nem sai por ai dizendo, com atitude de auto-piedade: &#8220;Por que eu?&#8221;. Entretanto, foi necessário algum tempo até que eu entendesse que Deus e Cristo sentiram e sofreram por minha dor o mesmo, se não mais, que eu. <span id="more-200"></span></p>
<p>Embora não tenha ficado com raiva com meu acidente e a resultante paralisia, eu fiquei devastado e triste por um tempo. Simplesmente parecia que eu havia perdido tanto e que não podia conceder em viver por qualquer período extensivo de tempo completamente paralisado do pescoço para baixo e com necessidades de auxilio. </p>
<p>Eu entrei em uma profunda e negra depressão e houve dias em que eu teria achado bem vindo uma saída antecipada da mortalidade. Eu continuei, entretanto, a orar, e finalmente após um longo período de preparação eu tive uma experiência maravilhosa que me fez saber para sempre que Deus sente nossas dores e está ansioso para nos ajudar. </p>
<p>Eu cheguei ao fim da esperança. Eu havia chegado ao limite. Eu percebi que nenhum medico ou homem nesta terra que poderia fazer para mim o que eu precisava mais. Eu sabia que por causa da natureza do ferimento eu jamais conseguiria &#8220;voltar atrás&#8221;. O que eu precisava e ansiava era esperança, paz, e o senso de bem-estar que eu havia perdido por causa do meu acidente. Finalmente eu me voltei para Deus com todo o meu coração e alma em oração, como nunca havia orado antes. Eu eventualmente vim a entender o quanto eu era amado pelo Salvador e um amável, gentil e misericordioso Pai Celestial. Eu não tive uma visão, mas eu recebi um novo coração e estava cheio de paz, esperança, alegria e um senso de bem-estar que eu nunca pensei sentir novamente. </p>
<p>Esses sentimentos jamais desapareceram, mas tem se intensificado cada vez mais nos últimos 19 anos. Eu comecei a entender, e a saber agora, que Deus e Cristo sabem o que sentimos e compartilham nossas dores. Estou convencido através de minhas experiências pessoais que eles tomaram sobre si nossas dores e sofrimentos através de sua graça e amor infinitos se desejarmos apenas confiar neles e vir a eles com todo nosso coração. </p>
<p>Acreditando nas escrituras, eu tenho um sentimento de quão sensitivo a deidade é para com nosso sofrimento e dor na mortalidade. Quando seu bom amigo, Lazaro, morreu, Jesus veio a seu auxilio e confortou suas irmãs, Maria e Marta. Sobre isto podemos ver nas escrituras que &#8220;Jesus chorou&#8221; (ver João 11:35). Existem registros quase incontáveis nos Evangelhos sobre Jesus curar os doentes, restaurar a vida aos mortos e manifestar uma compaixão incrível para com todos a seu redor. </p>
<p>Após sua ressurreição podemos encontrar um registro sobre uma experiência que o envolveu: &#8220;Tendes enfermos entre vós? Trazei-os aqui. Há entre vós coxos ou cegos ou aleijados ou mutilados ou leprosos ou atrofiados ou surdos ou pessoas que estejam aflitas de algum modo? Trazei-os aqui e eu os curarei, porque tenho compaixão de vós; minhas entranhas estão cheias de misericórdia&#8230; E aconteceu que Ele ordenou que as criançinhas fossem levadas a Sua presença. Levaram, pois, suas criancinhas e colocarm-nas no chão, ao redor dele; e Jesus ficou no meio; e a multidão cedeu espaço até que todas as crianças fossem levadas a ele&#8230; [então] ele chorou e a multidão testificou isso; e pegou as criancinhas, uma a uma, e abençoou-as e orou por elas ao Pai. E depois de haver feito isso, chorou de novo&#8230;&#8221; (3 Nefi 17:7-22). </p>
<p>Em uma visão o profeta Enoque viu a seguinte cena que foi preservada para nos como Deus olhou para a iniqüidade de seu povo e a dor resultante e a agonia que eles estavam experimentando e ainda experimentariam neste mundo: &#8220;E aconteceu que o Deus do Céu olhou o &#8230; povo e chorou; e Enoque prestou testemunho disso dizendo: Como é que os céus choram e derramam lágrimas como a chuva sobre as montanhas? E Enoque disse ao Senhor: Como é que podes chorar, sendo que és santo e de toda eternidade para toda eternidade?&#8221; (Moisés 7:28-29).</p>
<p>Sim, Deus sente nossas dores! Ele é um Deus de amor e compaixão. Eu desejo a todos que já tiveram um problema ou desafio serio em suas vidas poderiam ter tido a minha experiência. Eu sei que eles podem, mas é necessário fé, confiança e voltar para Deus com todo o nosso coração.</p>
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		<title>Por que Deus permite o sofrimento?</title>
		<link>http://igrejamormon.net/54/por-que-deus-permite-o-sofrimento</link>
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		<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 19:30:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Adversidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Resposta Pessoal por Jack Rushton Eu acredito que essa é uma pergunta bastante profunda e que tem sido, indubitavelmente, perguntada por milhões de pessoas desde o inicio dos tempos. A vida pode parecer injusta as vezes quando passamos por sofrimento pessoal próprio ou testemunhamos com nossos próprios olhos ou através da mídia o incrível sofrimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Resposta Pessoal por Jack Rushton</strong></p>
<p>Eu acredito que essa é uma pergunta bastante profunda e que tem sido, indubitavelmente, perguntada por milhões de pessoas desde o inicio dos tempos. A vida pode parecer injusta as vezes quando passamos por sofrimento pessoal próprio ou testemunhamos com nossos próprios olhos ou através da mídia o incrível sofrimento que parece ser uma parte integral da vida diária das pessoas em todo o mundo.</p>
<p>Eu me deparei com essa pergunta em um nível pessoal quando a 19 anos atrás eu quebrei meu pescoço, separando minha espinha dorsal e fiquei paralisado do pescoço para baixo e dependente do ventilador.<span id="more-54"></span></p>
<p>Aproximadamente seis anos atrás eu tive uma experiência com meu genro que eu acredito que derramara alguma luz nesta pergunta fundamental sobre a vida.</p>
<p>Certa manha eu recebi um telefonema de meu genro, Matt. Ele estava no programa de MBA da UC Irvine que fica aproximadamente a 20 minutos de distancia de nossa casa. O Diretor do programa de MBA havia acabado de anunciar para todos os estudantes que estavam presentes naquele dia que um dos seus colegas de classe chamado Michael Johnson havia se afogado em um acidente de natação no norte da Califórnia no dia anterior. Michael era uma dos estudantes mais brilhantes e líder na classe de MBA. Ele era muito carismático e seu futuro como líder no mundo de negócios pareciam ser ilimitados. Seus colegas de classe, incluindo meu genro, ficaram chocados quando receberam as noticias sobre Michael. Após confirmar com o Diretor e vários colegas de classe, Matt me voluntariou para vir a UC Irvine para falar para os 50 ou 60 estudantes que se encontravam ali naquele dia, por apenas alguns minutos.</p>
<p>Matt veio em casa, me colocou em minha van, e me levou para o campus. Ao entrarmos na sala onde os estudantes estavam reunidos você podia sentir o espírito de tristeza, e eu pude perceber que muitos estavam se perguntando: “Por que algo assim acontece com uma pessoa tão boa e maravilhosa como o Michael Johnson? Deus não podia ter impedido que isso acontecesse?”.</p>
<p>Ao olhar para estes estudantes ficou uma impressão sobre mim muito forte de que eu devia compartilhar com eles uma conversa que eu havia tido com Dennis Praeger quase 15 anos atrás quando apareci em seu programa de radio em Los Angeles. Perto do fim da hora ele disse: “Jack, o que ti trás mais paz e conforto – acreditar que Deus trouxe a onda que quebrou o seu pescoço ou acreditar que isso foi apenas um acidente?”. Eu, em essência, lhe disse que eu havia passado muito pouco tempo perguntando a mim mesmo porque o acidente aconteceu. A única coisa que eu sabia com certeza era que havia um Deus amável que nos ajudaria a passar por qualquer coisa que a vida colocasse em nosso caminho se tivéssemos fé o suficiente para confiar nele.</p>
<p>Eu falei aos estudantes naquela tarde que cada um de nos tem nosso arbítrio e que não somos bichinhos de estimação da Deidade. Vivíamos nossas vidas exercitando nosso arbítrio ao escolhermos faze-lo, mas também existe uma lei natural envolvida. Frequentemente ao exercitamos nosso arbítrio acertamos a lei natural na cabeça e então experimentamos as conseqüências de nossas ações. Quando fui surfar na bela Praia Laguna naquele belo dia de agosto, foi algo que eu escolhi fazer. Eu acredito firmemente que um Deus amável poderia ter me protegido, mas ele não interfere em nosso arbítrio e na lei natural. Em minha própria mente o “Por que” é absolutamente a pior pergunta que podemos fazer para nos mesmos quando algo como isto acontece. Deus poderia impedir todos os desastres ou catástrofes de acontecer, mas ele não faz, por causa do seu amor por nos e por seu conhecimento da importância do arbítrio.</p>
<p>Então coisas acontecem na vida, como acidentes de natação, câncer, tsunamis, terremotos, assassinatos, abusos, etc. – essa lista é interminável. Deus não faz com que essas coisas aconteçam e ele poderia certamente impedi-las, mas ao faze-lo, perderíamos o nosso precioso dom do arbítrio.</p>
<p>A mortalidade nos trás uma grande variedade de experiências – algumas maravilhosas e algumas não tão maravilhosas. Entretanto, através de todas as experiências que temos, ganhamos conhecimento e um sábio e amado Deus, o Pai de todos nos, nunca nos roubara o precioso dom do arbítrio. Os estudantes pareciam responder essa linha de raciocínio de forma razoável.</p>
<p>A vida é algo tão precioso e ainda assim pode ser tomada em um instante. Eu estou muito impressionado que em muitos paises do mundo há um desejo grande de preservar a vida. Você vê isso todos os dias relatados em jornais e na TV onde centenas e milhares procuram recobrar um filho perdido ou seqüestrado, por exemplo. Se alguém é ferido em um acidente de carro ou cai em um despenhadeiro, por exemplo, muitas pessoas cuidadosas tem o desejo de arriscar suas vidas para salvar a vida de outra pessoa. A ciência medica pode fazer muito para preservar e melhorar a qualidade da vida humana. Eu acredito que isso é agradável para Deus e esperancosamente através de uma extensa vida podemos cumprir a medida de nossa criação e estar preparado para tomar o passo seguinte em direção ao nosso progresso eterno.</p>
<p>Não podemos estipular um preço para a vida mortal. Que dom maravilhoso um amável e bondoso Pai Celestial tem nos dado, a cada um de nos. Cada dia é precioso e sem preço!</p>
<p>Também não vemos o que acontece depois de as pessoas passarem deste portal da vida. Não é um fim, mas uma continuação da vida e de serviços. Não sabemos como o ministério da pessoa do outro lado do véu, ou alem desta vida, ira impactar seus amigos e familiares terrenos, bem como aqueles que eles encontraram em seu descanso espiritual. Um Deus benevolente e perfeito tem provido tudo isto e tem visto a necessidade de cada individuo. Ele não tem deixado erro algum passar por ele, ou trabalho sem um propósito. Não há qualquer desperdiçou ou evento acidental que não vira para a gloria de alguém. Por não vermos esses resultados não devemos deixar que enfraqueçamos o nosso conhecimento de que Deus está no controle, e que a morte e o sofrimento não são em vão, mas trabalhara em direção ao perfeito amor de Deus designado para cada um de nos – permitindo ainda que exerçamos nosso arbítrio neste meio.</p>
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		<title>Como os Mórmons vêem o sofrimento?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 16:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resposta pessoal de Karen Merkley   As luzes nem sempre são verdes. O pão nem sempre está fresco. Os pneus esvaziam. As contas se acumulam. Pessoas morrem ou são mortas em vários estágios da vida. Pessoas se esforçam. Outras morrem. Existem guerras para todos os lados. O sofrimento é parte da existência humana. É necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/karen_merkley.jpg" border="0" alt="how-do-mormons-view-grief" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong>Resposta pessoal de Karen Merkley</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">As luzes nem sempre são verdes. O pão nem sempre está fresco. Os pneus esvaziam. As contas se acumulam. Pessoas morrem ou são mortas em vários estágios da vida. Pessoas se esforçam. Outras morrem. Existem guerras para todos os lados.</p>
<p>O sofrimento é parte da existência humana. É necessário que haja oposição para que haja crescimento, de acordo com a visão Mórmon da nossa existência mortal, revelada pelo Senhor através de profetas modernos. Ela pode, entretanto, ser aliviada através do poder do sacrifício de Jesus Cristo. Os Mórmons acreditam que o Salvador não morreu apenas para pagar por nossos pecados, mas também para tomar sobre si as nossas dores, sofrimentos e enfermidades (Alma 7:11-12).<span id="more-22"></span></p>
<p>Patrícia Pinegar, antiga Presidente da Primária, ou a organização das crianças da Igreja, falou de seu próprio encontro com o sofrimento e a intercessão do Salvador:</p>
<p>“A difícil experiência da morte de meu filho me ajudou a identificar e regozijar nas bênçãos de paz, esperança e direção – bênçãos que todos que verdadeiramente aceitam e vivem o evangelho de Jesus Cristo podem encontrar. Eu posso prestar testemunho das palavras do Elder Richard G. Scott: ‘Por favor, aprendam que à medida que lutam com um desafio e sentem triste por causa dele, você pode ter simultaneamente paz e regozijo’ (Conference Report, out. 1995, 20).” (Paz, Esperança e Direção, <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Ensign</em>, nov. 1999).</p>
<p>O próprio Salvador foi um homem de dores e sofrimento, ainda assim Ele a alegria suprema de saber que ele estava em tom com Seu Pai e consolo naquele relacionamento único com Ele. Nós, também, podemos encontrar paz e certeza de que não seremos abandonados quando a morte de um ente querido nos atingir ou quando o arbítrio de algum colide com os planos para nossa própria vida.</p>
<p>Elder Bateman, um líder Mórmon da atualidade, falou do balsamo curador que pode vir quando pedimos ao Senhor pela salvação daquela alma especial que somente Ele pode verdadeiramente prover:</p>
<p>“A morte ensina que não experimentos uma plenitude de alegria na mortalidade e que a alegria eterna somente pode ser encontrada com a assistência do Mestre (ver D&amp;C 93:33-34). Da mesma maneira que o homem coxo no tanque de Betesda precisava de alguém mais forte que ele para ser curado (ver João 5:1-9), também somos dependentes dos milagres da expiação de Cristo se nossas almas tiverem que ser curadas de sofrimento, dor e pecado&#8230; Através de Cristo, corações quebrantados são unidos e a paz substitui ansiedade e sofrimento.</p>
<p>O sofrimento nem sempre é causado pela morte ou doença. Existem tantos jugos na vida quanto há de bênçãos. Das cruzes menos visíveis, um apostolo moderno, Marvin J. Ashton disse:</p>
<p>‘Um tipo de cruz é a violação da confiança de um pai, um membro da família, um professor, um bispo, um membro da presidência da estaca, um namorado, uma namorada, um colega de trabalho ou uma colega de classe’.</p>
<p>Um outro tipo de cruz que nem sempre é visível, mas que em certas ocasiões podem ser pesadas e inquietante é a falta de amor próprio – um sentimento de não querer aceitar a si mesmo. Você pode encontrar isso no seu coração de vez em quando se cumprimentar por seu comportamento? Ou você pensa pobremente sobre você não importa o que faça? Ter sentimentos como esses podem ser uma cruz pesada de suportar. Tais cruzes podem diminuir nosso progresso eterno” (Carregar Sua Cruz, <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Liahona</em>, set. 1988).</p>
<p>Minhas próprias cruzes me ensinaram, mais do que qualquer coisa, sobre quem Cristo realmente foi e quem eu sou de verdade. Eu tenho sentido profundamente seu conhecimento sobre mim o qual excede ao meu próprio, e sua atenção e reconhecimento de minhas necessidades. Eu o tenho visto antecipar circunstancias e me preparar; caminhar comigo, conversar comigo em maneiras que ficou completamente registrado e inegável, e eu aprendi que eu quero mais do que qualquer coisa sua proximidade para sempre. Indiferente de sua fonte, existe consolo a ser encontrado através de se aproximar do Senhor, que desceu abaixo de todas as coisas que perseveramos, para que Ele pudesse nos elevar e nos tirar delas. Eu testifico que Seu poder é real, que Seu conhecimento de nossos desafios pessoais é intimo e que Sua habilidade de ajudar-nos é incomparável. Se deseja saber mais sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acesse o site <a href="http://www.lds.org/"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">www.lds.org</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">.</span></p>
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		<title>Qual a posição dos Mórmons contra o abuso?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é contra toda forma de abuso – espiritual, físico e emocional. Abuso é qualquer forma agressiva de tratamento para com outras pessoas, incluindo humilhação, denominação, agressão física, psicológica ou espiritual que inflijam sobre a outra pessoa. O Senhor nunca aceitou qualquer tipo de comportamento semelhante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é contra toda forma de abuso – espiritual, físico e emocional. Abuso é qualquer forma agressiva de tratamento para com outras pessoas, incluindo humilhação, denominação, agressão física, psicológica ou espiritual que inflijam sobre a outra pessoa. O Senhor nunca aceitou qualquer tipo de comportamento semelhante, mas foi e é um defensor da paz e harmonia para seus Filhos (ver Abuso).</p>
<p>Em uma entrevista com médicos SUD discutindo “abuso ao cônjuge”, John Nelson descreveu o que é considerado como comportamento impróprio:</p>
<p>“Abuso do cônjuge envolve atos inapropriados de um cônjuge contra o outro. Ele pode envolver atos coersivos no qual quem está cometendo o abuso força a pessoa a fazer algo que o parceiro normalmente não faria, sem quaisquer preocupações particulares com a vitima. O abuso também pode incluir o uso de ameaças, apelidar, gritar, e intimidação”.<span id="more-21"></span></p>
<p>Os Mórmons acreditam em igualdade dos sexos e embora é dito que o marido presida o lar em retidão dentro da família, “presidir” implica em amar e na inclusão de todos os membros da família, e não da força bruta e exclusão. O Sr. Nelson continua falando com clareza sobre esse principio:</p>
<p>“Em alguns casos as pessoas que cometem o abuso não compreendem ou aplicam incorretamente o conceito de liderança no lar. Eu quero deixar bem claro que não é o conceito de líder presidente do lar que está errado, e a aplicação errada deste principio que está. A seção 121 de Doutrina e Convênios fala especificamente sobre o assunto: “Escrever escritura” (D&amp;C 121:36-37)” (Uma Conversa sobre Abuso de Cônjuges, Ensign, out. 1999).</p>
<p>Os mórmons acreditam em curas destes e de outros tipos de abusos, tanto para a vítima quando a do infligidor do abuso.</p>
<p>Um apostolo moderno do Senhor, Elder Richard G. Scott, falou sobre a necessidade de confiar no amor e na ajuda disponível através de Jesus Cristo contra o abuso.</p>
<p>“A menos que seja curado pelo Senhor, o abuso mental, físico e sexual pode causar em você conseqüências sérias e duradouras. Como vítimas vocês experimentaram alguns deles. [Os abusos] incluem medo, depressão, culpa, ódio próprio, destruição de auto-estima e alienação de relacionamentos humanos normais. Quando agravado por abuso continuo, emoções poderosas de rebelião, fúria e ódio são gerados. Esses sentimentos geralmente são focados contra si mesmo, outros, na própria vida e até mesmo contra o Pai Celestial. Esforços frustrados de lutar contra isso pode levar ao uso de drogas, imoralidade, abandono do lar, e, tragicamente em causas extremas, no suicídio. A menos que sejam corrigidos, esses sentimentos levam ao desanimo de viver, discórdia no casamento, e até mesmo a transição de vitima para infligidor de abusos. Um resultado horrível é a profunda falta de confiança nos outros a qual se torna uma barreira para a cura” (Elder Scott, Ensign, maio 1992).</p>
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		<title>Como os Mórmons se reconciliam com um Deus Todo-Poderoso com dor, doenças e sofrimento?</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jan 2008 22:19:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Mórmons acreditam que Deus é Todo-Poderoso e tem toda a capacidade de intervir em nossas vidas. Ele nos dá, e nos torna responsáveis, porém, pelo nosso arbítrio, um dom que está acima de qualquer preço. Como resultado disto, embora ele possa, e de fato intervenha constantemente em nossas vidas em muitas circunstancias, Ele algumas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Mórmons acreditam que Deus é Todo-Poderoso e tem toda a capacidade de intervir em nossas vidas. Ele nos dá, e nos torna responsáveis, porém, pelo nosso arbítrio, um dom que está acima de qualquer preço. Como resultado disto, embora ele possa, e de fato intervenha constantemente em nossas vidas em muitas circunstancias, Ele algumas vezes permite que soframos os resultados de nossas próprias escolhas, das escolhas de outras pessoas, ou das conseqüências naturais. Ele sente conosco, à medida que nos esforçamos em nossas dificuldades e nos promete que todas essas experiências serviram, por fim, para o nosso bem. O próprio Salvador passou por cada uma de nossas dores, doenças e sofrimentos e sabe como nos socorrer nestas enfermidades. Seu plano é perfeito e para o nosso crescimento precisamos aprender com a oposição – doença e bem-estar; certo e errado; luz e trevas. É através de lutar contra as dificuldades da vida, confiando no Sacrifício Expiatório de Jesus Cristo, que cresceremos espiritualmente e alcançaremos nosso potencial divino.</p>
<p><img src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/2008/02/jim-faulconer.thumbnail.jpg" alt="jim-faulconer.jpg" /></p>
<p><strong>Resposta Pessoal por James Faulconer</strong></p>
<p>Confrontar problemas de sofrimento é tão tentador para os Mórmons ficarem filosofando quanto é para qualquer outra pessoa. As questões fazem com que nosso intelecto filosófico fique ansioso para decidir qual das três pernas dos problemas tradicionais derrubar, ou para descobrir um meio para se reconciliar com a existência dos sofrimentos. Será que Deus não realmente todo poderoso – ou talvez nós que não compreendamos completamente o que “todo-poderoso” significa? Será que ele não é um ser com amor perfeito ou talvez nós que não entendemos o que é o seu amor e o que ele significa? Será que Ele, mesmo sendo Todo-Poderoso e com uma amor perfeito, não sabe como parar ou pelo menos diminuir nossa dor? A existência do sofrimento parece nos fazer negar pelo menos um dos atributos de Deus.<span id="more-7"></span></p>
<p>Certamente nenhuma pessoa que crê, quer seja Mórmon ou de qualquer outra crença, pode fazer isso. Asseguramos que Deus tem qualquer poder que seja, que ele nos ama todo amor que é possível para um ser perfeito ter e ele sabe tudo o que pode ser sabido: Ele é onipotente, onibenevolente e onisciente. Em que teríamos fé se não houvesse tal ser? Mas parece haver uma incompatibilidade filosófica fundamental entre a afirmação da existência desses três atributos e a existência do sofrimento.</p>
<p>Então, qual é a resposta? Parar de ficar filosofando sobre esse assunto. O problema se encontra na aproximação: Já que a filosofia não pode resolver o problema, então precisamos parar de lidar com o assunto de forma filosófica.</p>
<p>Jó não entendeu o porquê do seu sofrimento, mas sua falta de conhecimento não se tornou um quebra-cabeças intelectual. Era um teste da sua integridade. Afligido com a morte de seus familiares e de seu próprio sofrimento, ele disse a Deus: “Ainda que ele me mate, nele esperarei” (Jó 13:15). No Livro de Mórmon, um outro testemunho de Jesus Cristo, o Rei Benjamim no admoestou: “Acreditai em Deus; (…) acreditai que ele tem toda a sabedoria e todo o poder, tanto no céu como na Terra; acreditai que o homem não compreende todas as coisas que o Senhor pode compreender” e nos lembrando o que isso implica ele diz: “… quisera que vos lembrásseis e sempre guardásseis na memória a grandeza de Deus e vossa própria nulidade; e a Sua bondade e longanimidade para convosco…” (Mosias 4:9,11).</p>
<p>Nem todos os problemas são amenos a soluções filosóficas. Abandonar a habilidade filosófica de resolver problemas, entretanto, é uma perda<span>  </span>pequena, se é que pode ser considerado uma perda, uma vez que o sofrimento não é um problema filosófico. Com Benjamim e Jó aprendemos que existem coisas que não podemos explicar racionalmente, quebra-cabeças filosóficos que não podemos responder. Mas o sofrimento é um problema real e não um quebra-cabeça mental. É um problema de nossas vidas e das vidas de outras pessoas, um problema que requer nossa ação ao invés de apenas nosso pensamento. É preciso nossa fé, confiança e ação ponderada, e precisamos confiar no poder, conhecimento e amor de Deus para agir com confiança.</p>
<p>Ao enfrentarmos o sofrimento – quer seja o nosso próprio ou de outra pessoa – a questão não é “Como isso é possível?”, mas “O que eu posso fazer?”. Agindo assim e aliviando o sofrimento é a resposta mais racional para isso – mais racional do que qualquer resolução filosófica – pois tais atos imitam o sacrifício de Jesus Cristo, que sofreu para nos salvar de nossos sofrimentos.</p>
<p><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/karen_merkley.jpg" border="0" alt="do-mormons-say-the-rosary" /></p>
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<p><strong>Resposta Pessoal por Karen</strong></p>
<p>Provar o amor de Deus em nossas vidas inclui tempos exclusos e situações de dor e complexidade, lesão e pesar, indecisão, desapontamento e depressão. Embora alguns de nós vejamos suas mãos em algumas partes de nossas vidas, temos a tendência de colocar entre parênteses o resto, nos desculpamos ou perdemos a alegria permanentemente sobre o que parece ser uma anomalia no plano ou um desapontamento inexplicável.</p>
<p>Dor é algo difícil de se ver e compreender, a menos que vejamos o resultado final. Se não o fizermos, é neste momento que a maioria de nós nos desviamos da presença de Deus e pensamos que Ele é quem se afastou de nós, onde nos afundamos em nosso testemunho temerosos de que ele nos decepcione.</p>
<p>É fácil esperar uma vida livre de sofrimento como seguidores de Cristo, mas como um Mórmon declarou: “O evangelho não é uma exclusão da dor; é um recurso em tempos de dor”. Eu testifico que a escrita à mão de Deus é sempre evidente, mesmo que não entendamos sua mensagem para nós por completo no momento. Eu testifico que Ele está no labirinto de nossas vidas, bem como nos momentos de retidão, ou Deus deixaria de ser Deus.</p>
<p>Eu me lembro quando minha mãe foi diagnosticada com câncer de pâncreas. Eu gostaria de compartilhar um pouco desta história com vocês, na esperança que possam sentir que Deus está atento a cada segundo de sua dor mais profunda ou dificuldade física.</p>
<p>Quando eu cheguei ao Centro Fox Chase Câncer, eu sofri por minha mãe. Ela estava com muita dor até a enfermeira lhe aplicar uma dose de morfina grande o suficiente para confortar sua dor. Isso foi mais do que recordativo dos seus 25 dias internada no hospital, vinte anos antes com obstrução biliar e complicações cirúrgicas que lhe ameaçava a vida.</p>
<p>Eu estava acompanhando o oxycodone de minha mãe na hora e procurando aumenta-lo, de acordo com as instruções médicas – e das pastas dos protocolos do hospital, colocado nos corredores – para que minha mãe ficasse próxima de não ter dores. Mas o ultimo período de aumento de doses criou um vale de desespero para ela.</p>
<p>Eu me lembro da primeira noite que eu pedi para passar com ela e não me foi permitido. Eu fiquei sabendo mais tarde que ela havia se contorcido em agonia entre as doses de 22h e 23:30. Finalmente, na manhã seguinte, com o time de controle de dores, conseguimos os seus medicamentos e a dor foi praticamente controlada. A morfina era aplicada de forma intravenosa, e para turnos de dor extra, minha mãe podia apertar o botão para receber uma dose extra, porém limitada de morfina.</p>
<p>Eu me lembro que em várias circunstancias os gemidos de minha mãe eram maiores do que eu podia suportar. Eu orava para que ela não tivesse um segundo mais de dor do que necessário para sua exaltação e purificação. E então eu perguntei ao Senhor diretamente, em um tipo de rajada espiritual: “Quanta dor é suficiente? Como o Senhor sabe que essa quantidade certa ou que este é a quantidade precisa? Como o Senhor quantifica ou qualifica a dor? Eu confio em ti, mas por favor, me ajuda a aumentar o meu conhecimento”.</p>
<p>Minha resposta veio em ondas da memória. A primeira lembrança veio em forma de uma história familiar. Se a história é real ou ficção não importa realmente. O que importa é o que o Espírito disse para mim enquanto eu ponderava sobre o assunto. É a história conhecida como “O Fogo Refinador”.</p>
<p>Algum tempo atrás, algumas moças se encontraram para ler as escrituras. Enquanto liam o terceiro capitulo de Malaquias, eles se depararam com a memorável expressão no terceiro versículo “E assentar-se-á como fundidor e purificador de prata”.</p>
<p>A opinião de uma jovem era que isso tinha a intenção de carregar a influência santificadora de Cristo. Então ela propôs fazer uma visita a um ferreiro e reportar a suas amigas o que ele falou sobre o assunto.</p>
<p>Ela foi como acordado, e sem falar o seu objetivo, pediu para conhecer o processo de refinar a prata, o qual ele descreveu completamente para ela. “‘Mas senhor’, disse ela, ‘o senhor senta enquanto o trabalho de refinamento está em andamento?’</p>
<p>‘Oh, sim senhorita’, replicou o ferreiro; ‘Eu preciso me sentar com os olhos fixos na fornalha, pois se o tempo necessário para o refinamento for maior no menor grau que seja a prata pode se danificar’”.</p>
<p>Quando a moça estava deixando o recinto, o ferreiro a chamou de volta, e disse que ele tinha mais uma coisa para dizer – <strong>que o ferreiro somente sabia quando o processo de purificação estava completo quando ele visse sua própria imagem refletida na prata</strong>.</p>
<p>À medida que essa história entrava novamente em minha alma, eu sabia que cada segunda da dor de minha mãe – e, por extensão, cada uma das nossas – era contada. Eu havia acabado de receber a resposta de uma das duas questões que eu havia feito, um testemunho certo de que as dores são quantificadas. E, embora eu ainda não soubesse como, isso não parecia me importar muito. O Espírito Santo prestou testemunho, que Deus o Pai e o Salvador conhecem o segundo, o que é apropriado e a porção certa e suficiente para que o refinamento seja necessário.</p>
<p>Perceba agora a segunda pergunta: “Como qualifica a dor?” Através deste mesmo registro, o Espírito colocou em minha alma um conhecimento de que a dor também era qualificada pelo refinador. Ele veria nossa imagem quando o trabalho estivesse completo. Ele não saberia apenas quantos segundos deveria nos manter no fogo; Ele também sabe precisamente a intenção, a qualidade especifica do produto final.</p>
<p>Deus estava cuidando da quantidade e qualidade da dor neste desafio. Não havia margem de erros. Que resposta clara para uma filha em um tempo de tanta adversidade! A mão de Deus certamente não havia desaparecido nem havia ficado inativa.</p>
<p>A segunda onda de lembranças veio de parte de um poema que eu havia lido certa vez de autor desconhecido:</p>
<p>A dor durou tanto tem, disse eu para ele hoje<br />
‘Eu não terei você comigo mais’.<br />
Eu parei meus pés e disse: ‘Fique no seu caminho’, e pausei ali, surpreso com o olhar que ele me deu.<br />
‘Eu, que tenho sido seu amigo’, disse ele,<br />
‘Eu, que tenho sido seu professor – tudo o que você<br />
Tem de conhecimento, amor, de empatia,<br />
E paciência, eu tenho ensinado a você. Devo partir?<br />
Ele falou a verdade, este estranho visitante não bem-vindo;<br />
Eu o vi partir, e sabia que Ele era sábio.<br />
Ele deixou um coração crescendo amorosamente em meu peito.<br />
Ele deixou uma visão longínqua e clara em meus olhos. Eu sequei minhas lagrimas, e elevei uma canção – Mesmo para alguém que me havia torturado por tanto tempo.<br />
(Tragédia ou Destino, Spencer W. Kimball, Deseret Book: 1996, p.4).</p>
<p>Eu encontrei força neste atestado de dor que havia sofrido essas coisas pessoalmente.</p>
<p>A terceira onda me golpeou. Era a seguinte citação que veio para mim em partes, mas que agora eu compartilho completamente:</p>
<p>“Nenhuma dor que sofremos, nenhum desafio que temos que enfrentar é desperdiçado. Eles ministram para nossa educação, para o desenvolvimento de qualidades, tais como paciência, fé, fortaleza e humildade. Tudo o que sofremos e tudo o que perseveramos, especialmente quando perseveramos pacientemente, constrói nosso caráter, purifica nosso coração, expande nossas almas e nos faz mais generosos e caridosos, mais dignos de ser chamados filhos de Deus” (Orson F. Whitney, ibid).</p>
<p>De fato, sempre que eu pedi, sempre que eu precisei de força para entender os desafios, eu fui respondida. Assim como minha mãe estava recebendo uma dose adicional de morfina quando precisava, assim que apertava um botão, Eu também recebia injeções intravenosas de fé.</p>
<p><strong>Podado, Pressionado e Purificado</strong></p>
<p>Eu vim a entender um pouco mais do que significava que cada um de nossos corações precisaria ser podado, pressionado e purificado, assim como a oliveira e o olho de oliva que simboliza o processo, o Purificador, e o produto de um coração puro.</p>
<p>Eu tenho pensado nesta conexão, entre o olho, a prensa e nossa própria prensa, e compartilhei meus pensamentos.</p>
<p><strong>O Óleo: Ouro Líquido</strong></p>
<p>Homer o chamava de “ouro liquido”. Atletas costumavam passa-lo por todo o corpo. Ele é usado para ungir, para cozinhar, como fonte de luz e ungüento terapêutico durante séculos. Ele foi fundido tanto com flores e gramas para produzir tanto medicamento quanto cosméticos. Esse ouro liquido é mais conhecido como olho de oliva.</p>
<p>Eu cresci vendo-o, dosado em tomates e parmegiana, no verdadeiro molho italiano, combinado com vinagres em saladas, brilhando no fundo de uma tigela a espera de ser mergulhado em si um crocante pão italiano. Ele foi indispensável para meus antepassados do mediterrâneo, o ingrediente saudável na culinária nativa e a mesma base para as regras de ordenação.</p>
<p>Eu ficava intrigada com suas propriedades saudáveis quando mais jovem, mas estou ainda mais agora – tendo sido ungida, iniciada, abençoada e curada, quando este óleo é colocado sobre minha cabeça – consagrado por administradores honrados do sacerdócio de Deus. Eu tenho sentido sua influencia purificadora e vim a apreciar sua significância.</p>
<p><strong>A Prensa de Olivas</strong></p>
<p>A prensagem de olivas, ou azeitonas, é um processo incrível, e uma metáfora imediata. Antes das olivas serem prensadas, eles são cuidadosamente lavadas e colocadas em uma peneira para separa-las das folhas. Elas precisam ser colhidas e levadas imediatamente para a prensa, para não deteriorarem.</p>
<p>Uma vez que foram lavadas e separadas das folhas, elas são enviadas para a pessoa que as prensará. Eu tenho visto fotos de rodas de pedras de mais de 1500 kgs usados para prensar as olivas. As olivas são colocadas em um grande recipiente de ferro e uma enorme pedra faz seu movimento circular continuamente sobre elas, esmagando-as até virar uma pasta. Elas então são prensadas como pasta primeiro, para ajudar a liberar os glóbulos de óleo. Então eles são agitados fazendo com que libere o olho para a extração. Tudo isto, como vocês podem imaginar, é um trabalho intensivo e engenhoso.</p>
<p><strong>Getsemane: Jardim de Prensas de Oliva</strong></p>
<p>Os mais finos produtores de óleo – assim como os maiores coletores de almas – conhecem a oliveira, o momento preciso da colheita, a hora certa para serem esmagadas, a maneira correta de carrega-las para a prensa (elas podem ser danificadas mesmo com o próprio peso), o melhor método de liberar o mais puro óleo – criando um produto extra-virgem.</p>
<p>Ao sentirmos a prensa em nosso coração, então, podemos saber que o Senhor da Vinha é quem está extraindo a bondade de nós, e que Ele, também, passou por essa prensa – a prensa combinada de cada um de nós passará, em uma maneira que podemos suportar.</p>
<p>Isso me faz refletir nesta descrição da prensa de olivas e o sacrifício expiatório do Salvador:</p>
<p>O Salvador foi, falando espiritualmente, pisado, esmagado até mesmo o tecido do coração, clamou por alívio e até que “misericórdia se [compadeceu] da misericórdia e reclama o que é seu (D&amp;C 88:40), para que ele pudesse saber, segundo a carne, como socorrer seu povo” (A Folha de Oliva: Um Símbolo de Cristo, FARMS, pp.5 e 7).</p>
<p>O sofrimento nos levará para a nossa vida eterna. Estamos aqui agora para ter experiências que vem com o corpo, para refinar nosso espírito nas turbulências e triunfos desta esfera mortal. Então é nos prometido que se formos dignos e perseveramos até o fim, teremos vida eterna, ou seja, que habitaremos sempre ao lado de Deus.</p>
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