Archive for the ‘Fé’ Categoria

Nossa Fé está Centrada em Jesus Cristo

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Recentemente, o Élder M. Russell Ballard falou aos estudantes de graduação na Universidade Brigham Young, uma escola de propriedade da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Os membros desta igreja são muitas vezes informalmente conhecidos como mórmons. Ele aconselhou-os em formas para discutir a sua religião com os outros, apontando que a maioria dos temas de maior interesse para os detratores não são elementos críticos da religião atual, mas são elementos marginais ou práticas já realizadas. Ele aconselhou-os a manter os debates focados no núcleo da religião, os elementos que afetam a salvação, e não aqueles que são meramente interessantes aos pontos de discussão intelectual.

“Quando tudo está dito e feito, a coisa mais importante sobre você e seu testemunho é que você baseie sua crença no que Jesus Cristo ensinou, e tente segui-lo vivendo de uma maneira aceitável a nosso Pai Celestial e ao Senhor.

Esta é a sua fundação. Foi a fundação de Joseph Smith. Ele disse: “Os princípios fundamentais de nossa religião são o testemunho dos Apóstolos e dos Profetas, a respeito de Jesus Cristo, que Ele morreu, foi sepultado e ressuscitou ao terceiro dia, e subiu aos céus, todas as outras coisas que pertencem a nossa religião são apenas apêndices dela.”

(Veja Elder M. Russell Ballard: Envolvente, sem Ser Defensivo .)

Cada religião tem a informação ou escritos que cobrem um amplo espectro de informações. Algumas dessas informações são essenciais para a salvação do crente, mas muito, não o é. Por exemplo, devemos saber quem criou o mundo e acreditar nisso, mas não precisamos saber exatamente quanto tempo levou. Isso é apenas forragem interessante para o debate ou a curiosidade, mas não tem nada a ver com a nossa salvação. É interessante ler a genealogia no Antigo Testamento, mas não haverá um teste sobre isso quando estivermos diante do Salvador em juízo. Algumas histórias da Bíblia são curiosas e nós realmente não entendemos por que um profeta bíblico fez as escolhas que fez, mas na maioria das vezes, não precisamos saber.

O que precisamos saber é que Deus é nosso Pai amoroso no Céu, e Jesus Cristo é o seu Filho unigênito. Jesus morreu por nós e é o único caminho pelo qual nós podemos voltar para a presença de Deus um dia. Para entender isso precisamos aprender a identificar a verdade através da comunicação direta com Deus.

São essas as coisas que os Mórmons focam em sua vida espiritual diária. Eles trabalham para construir um relacionamento amoroso com Deus e Jesus Cristo e entender como Eles gostariam que nós vivêssemos cada dia. Eles se esforçam para serem bons membros da família e bons cidadãos. Eles estudam a vida do Salvador e em seguida, tentam compreender como a viver dessa maneira.

Enquanto grupos que trabalham para se opor a igreja muitas vezes se concentram em jogos intelectuais sem importância, os mórmons estão ocupados tentando ser como Jesus. Ao falar com um mórmon, é importante lembrar que eles não estão muito interessados nos temas marginais. Seu testemunho não é baseado na história ou na ciência, mas na fé. Esta fé surgiu após o desenvolvimento de um relacionamento próximo e pessoal com Deus e confiando Nele para responder às suas perguntas de forma que pudessem compreender. Eles trabalharam para conhecer a Deus tão bem, que facilmente reconheceriam quando Ele se comunicasse com eles.

Há pouca finalidade em apresentar a um mórmon, que conhece realmente o Cristo, com os ensinamentos dos homens que não são confiáveis e sempre mudando. Eles não estão interessados em usar esses ensinamentos como base para sua salvação eterna. Eles conhecem o Criador, e são somente Suas palavras que importam.

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Onde está Deus quando eu preciso dele?

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Esta pergunta é muitas vezes feita por pessoas que oraram por algo que não receberam ou aqueles que sentem que não receberam conforto ou a ajuda que esperaram durante momentos difíceis. Há vários aspectos do evangelho que devem ser entendidos a fim de saber por que isso aconteceu.

É importante lembrar que não podemos controlar a Deus, particularmente não sem incorrer em grande sofrimento. No início da história da Igreja Mórmon o escrivão de Joseph Smith queria pegar a tradução do Livro de Mórmon, 116 páginas até então, para mostrar a sua família. Joseph orou e foi-lhe dito que não permitisse isso. No entanto, o escrivão persistiu, e Joseph cedeu e continuou a pedir a Deus para mudar Seu parecer. Finalmente, Deus disse-lhes para ir em frente, já que era o que estavam claramente determinados a fazê-lo, de qualquer maneira. O escrivão levou o manuscrito para casa e foi roubado. Os dois homens perceberam que precisavam se arrepender de suas decisões. A partir daí, Joseph Smith aprendeu a não importunar Deus. Deus é perfeito e Sua primeira resposta deve ser suficiente. Deus sabia o que iria acontecer, mas eles não sabiam.

Deus pode ver muito mais além no futuro do que podemos nós. Enquanto tomamos decisões baseadas no que está acontecendo atualmente, e que achamos que vai acontecer, Deus está olhando para a situação mais ampla. Pode haver conseqüências além no futuro que nós não podemos ver. Quando oramos, estamos sempre pedindo que a vontade de Deus seja feita. Ele quer que nós lhe digamos o que queremos, mas devemos sempre fazer isso com o entendimento de que poderemos não obter o que nós pensamos que queremos. Deus sempre responde as orações, mas há três respostas possíveis: Sim, não e ainda não. Deus vai responder as nossas orações da maneira que for melhor para todos os envolvidos, algumas vezes outras pessoas serão afetadas por aquilo que fazemos, então suas necessidades serão consideradas também.

Pode ser perturbador quando estamos certos de que sabemos o que é melhor, e Deus não nos dá o que queremos. Pode ser as provas que enfrentamos que nos dará algo que precisamos no futuro. Todas as mortes não podem ser evitadas, porque as pessoas têm de morrer, e só Deus sabe o motivo para o momento. Todas as tristezas ou dores não podem ser evitadas se nós queremos crescer e progredir, ou mesmo para desenvolver a fé.

Para tornar mais fácil e aceitar a vontade de Deus, devemos desenvolver um relacionamento próximo e pessoal com Ele. Precisamos gastar tempo em oração e estudo muito antes da crise começar, para que possamos reconhecer a “Sua voz.” Isso não quer dizer que Ele nos falará com uma voz que podemos ouvir. É uma indicação figurativa. Nós precisamos saber quando o que estamos sentindo e experimentando vem de Deus, e fazemos isso por passar tempo orando a Deus, estudando das escrituras, e meditando.

Construir uma relação de confiança também é importante. Confiança leva tempo para se desenvolver e não podemos esperar por uma crise para obter a nossa fé. Com o tempo, enquanto aprendemos a reconhecer a mão de Deus em nossas vidas, e ver como Suas decisões operam, nós começamos a confiar Nele, e sabemos que o que Ele decidir fazer é sempre a melhor decisão. Então, quando os problemas mais graves, aparecerem seremos capazes de deixá-los para Ele e nos sentir seguros e protegidos.

Quando pensamos que Deus está ausente nos momentos críticos de nossa vida, na realidade é sempre uma questão de não reconhecê-lo. Ele está sempre lá, mas a menos que nós o conheçamos bem, não seremos capazes de vê-lo ali, e não seremos capazes de sentir o conforto disponível para nós através do Espírito Santo. Este conforto vem somente quando confiamos completamente em Deus e tomamos tempo para sentar em silêncio e sentir a Sua presença, mesmo quando ele não está fazendo a nossa vontade. O teste de fé não está em querer que Deus faça nossa vontade, mas na nossa vontade de fazer e aceitar a Dele.

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Obediência às leis traz liberdade

sexta-feira, fevereiro 19th, 2010

Os mórmons às vezes são vistos como tendo um grande número de regras restritivas. Os Mórmons sabem que dentro das regras há muitas oportunidades para a liberdade, e que essas regras de fato tornam-os mais livres do que aqueles sem regras.
Um exemplo frequentemente utilizado de liberdade dentro da estrutura é o soneto. Um soneto é um poema com regras muito rígidas.

Cada um dos sonetos de Shakespeare contém quatorze linhas. Cada linha tinha dez sílabas escritas em pentametro iambic. Apesar desta estrutura muito rígida, Shakespeare conseguiu chegar a 154 sonetos, todos diferentes, e muitas outras pessoas também criaram sonetos com base nessa fórmula. A estrutura não impede as pessoas de serem criativas e escrever alguma coisa perto de seu coração. Pelo contrário, ela realmente liberta o autor. Por ter a estrutura no lugar, o poeta é livre para concentrar toda sua atenção na mensagem e texto do poema, que, afinal, é o ponto de um poema.

Da mesma forma, um mórmon está livre para viver uma vida de grandes variedades sem quebrar nenhum mandamento. Os mórmons são encontrados em muitas carreiras diferentes, estilos de vida muito diferentes e bem adequados para as partes boas das suas culturas e bairros. Eles têm semelhanças, porque eles têm certos valores e práticas em comum, mas existem milhares de modelos de vida dentro dessa estrutura.

A estrutura propiciada a eles pelos ensinamentos da Igreja permite-lhes uma liberdade maior do que é possível para a maioria das pessoas. É um grande trabalho ter que decidir por si mesmo o que é certo ou errado, estudá-lo, analisar e pesquisar e, em seguida, fazer constante correções de curso para adaptar nas instáveis normas da sociedade. Embora ensinados a estudar as questões por si mesmos, os Mórmons, sabem que podem recorrer a Deus para uma resposta final, ao invés de constantemente, ao longo de suas vidas, ter que monitorar suas escolhas contra as prioridades de contínua mudanças dos caprichos e valores encontrados em todo o mundo.

A verdade é imutável, e uma vez que um Mórmon tenha determinado o que é verdadeiro, ele é livre para seguir em frente e concentrar em outros aspectos de sua vida, como a construção de uma família forte e servir aos outros. As prioridades foram definidas e podem então estruturar suas vidas de acordo. Esta pode ser uma razão porque os Mórmons estão muitas vezes na vanguarda de muitos importantes movimentos e serviços. Eles têm tempo para fazê-los porque eles não estão constantemente reconstruindo as suas fundações.

N. Eldon Tanner disse:

Temos que conhecer e compreender as doutrinas, a fim de sermos obedientes, e temos que ser obedientes, a fim de sermos livres. Isto se aplica às leis de Deus e as leis da terra. Demasiadas vezes pensamos em liberdade apenas como a qualidade ou estado de estar livre da restrição externa ou coação, e não ser sujeitos à vontade dos outros, onde temos o poder de escolha, como cada pessoa livre para “fazer suas próprias escolhas”, independentemente do seu efeito sobre ele ou outros.

Brigham Young fez esta declaração:

“Não há um só homem entre nós, que esteja disposto a reconhecer de uma vez que Deus exige estrita obediência aos seus requisitos. Mas, prestando essa estrita obediência, somos feitos escravos? Não, este é o único meio na face da terra pelo qual você e eu podemos nos tornar livres, e seremos escravos de nossas próprias paixões, e do maligno,… e servos do diabo, se tomarmos qualquer outro curso. “(Journal of Discourses, 18:246).

N. Eldon Tanner, “‘Vocês conhecerão a verdade,” Ensign, Maio 1978, 14

Um mórmon faz uma escolha importante e isto permite que algumas outras opções possam se encaixar. Em algum momento de suas vidas, quer tenham sido convertidos ou tenham frequentado a igreja toda a sua vida, cada um tem o seu momento de decidir por si próprio que a igreja é verdadeira e que Deus restaurou o seu evangelho e proveu um profeta para nos guiar. Esta não é a fé cega, porque eles têm ido para a única fonte da verdade para saber se estão seguindo alguém que está recebendo as instruções de Deus. Eles não precisam confiar na palavra do profeta de que ele é o profeta de Deus até Deus ter confirmado. A qualquer momento no futuro, um mórmon pode orar sobre uma doutrina específica que ele não tenha certeza, mas ele geralmente entende que é desnecessário orar por cada ensinamento. Isto é muito similar quando uma criança aprende que um fogão quente vai queimar sua mão se ela tocá-lo. Ela pode testá-lo mais algumas vezes, mas depois disso, ela não tem necessidade de testá-lo cada vez que ela encontra um forno quente, ou até mesmo um tipo diferente de item quente. Ela simplesmente age de acordo com o conhecimento que já recebeu e toma precauções cada vez que ela encontrar calor.

Sheri Dew, uma proeminente Mórmon, disse:
Eu conheço pessoalmente dezenas de milhares de jovens e adultos que estão vivendo uma vida moralmente limpa. Eles são felizes, produtivos e zelosos em se envolver. A pureza moral não está desatualizada. É certo que também não é fácil. Mas eu sugiro que é mais fácil do que a alternativa. Homens e mulheres virtuosos nunca se preocupam com uma surpreendente gravidez ou com doenças sexualmente transmissíveis. Nunca agonizam ao confessar infidelidade. Não têm um vazio depois de uma noite fora. Sem dor de perder um familiar por infidelidade. Sem lembranças do assombro de indiscrições. Citando CS Lewis, “A virtude- mesmo tentada virtude- traz luz; indulgência traz nevoeiro.” 10 (ver Sheri L. Dew: O Poder da Virtude)

É esta a liberdade do medo, as conseqüências negativas, e as incertezas que dá aos mórmons garantia e a paz, e a liberdade de viver uma vida que é significativa e alegre.

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Como eu sei que o Livro de Mórmon é verdadeiro?

quarta-feira, dezembro 24th, 2008

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Resposta Pessoal por Lance 

Eu sei já há algum tempo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas apenas nos últimos anos, enquanto servia como um missionário Mórmons, eu pude finalmente compreender as palavras de modo que minha resposta veio. Existe uma promessa feita por Morôni no fim do Livro de Mórmon que se uma pessoa ler, ponderar e orar para saber se o Livro de Mórmon é verdadeiro, a verdade se manifestará para elas pelo poder do Espírito Santo (ver Morôni 10:4-5). 

Two Witnesses- Greg K. OlsenEu li o Livro de Mórmon algumas vezes em minha vida e eu sempre senti que ele era verdadeiro, mas eu não conseguia expressar como eu tinha chegado a esse conhecimento. Eu podia dizer, honestamente, que eu sabia pelo poder o Espírito Santo que o Livro de Mórmon é a palavra de Deus, mas eu não podia descrever o que isso significava. Era mais do que apenas um simples sentimento. Era uma forte convicção. 

Como missionário, eu conheci pessoas que tinham diferentes crenças sobre o Espírito Santo e a maneira como o Espírito Santo nos influenciava. Isso fez com que eu buscasse ainda mais para encontrar um meio de explicar com clareza como eu havia recebido um testemunho de que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Eu estava lendo Livro de Mórmon um dia quando encontrei minha resposta. 

No início do Livro de Mosias há um registro de um profeta e rei chamado Benjamim. Pouco antes dele morrer, ele deixou um poderoso sermão para todas as pessoas de seu reino. No final deste sermão ele perguntou as pessoas se elas acreditavam em suas palavras. Sua resposta, exatamente o que eu estava buscando, pode ser encontrada em Mosias 5:2: “E todos clamaram a uma só voz, dizendo: Sim, acreditamos em todas as palavras que nos disseste e também sabemos que são certas e verdadeiras, por causa do Espírito do Senhor Onipotente que efetuou em nós, ou melhor, em nosso coração, uma vigorosa mudança, de modo que não temos mais disposição para praticar o mal, mas, sim, de fazer o bem continuamente”. 

O povo do Rei Mosias testificou que eles sabiam que suas palavras eram verdadeiras por causa do Espírito do Senhor Onipotente, ou em outras palavras, pelo poder do Espírito Santo. A parte deste versículo que se me chamou mais a atenção foi onde eles descreveram o efeito que o Espírito Santo havia tido sobre eles. Eles disseram que o Espírito: “efetuou em nós, ou melhor, em nosso coração, uma vigorosa mudança, de modo que não temos mais disposição para praticar o mal, mas, sim, de fazer o bem continuamente”. 

Ao ler este versículo, eu percebi como eu sabia que o Livro de Mórmon era verdadeiro. Eu sabia que o Livro de Mórmon era verdadeiro porque quando eu o lia, meu coração era mudado pelo Espírito Santo. Eu não sentia simplesmente que ele era verdadeiro. Ele me motivava a mudar e a ser mais Cristão. Eu queria ser uma pessoa melhor. Meus desejos eram mudados. Meu desejo de pecar era removido e eu tinha um desejo maior de servir meu Pai Celestial e a meu próximo. 

Eu convido a todos que estão lendo isto a ler o Livro de Mórmon juntamente com a Bíblia. Eu posso prometer, assim como o profeta Morôni prometeu, que qualquer um que sinceramente ler e ponderar o Livro de Mórmon e perguntar a Deus em fé para saber se ele é verdadeiro, saberá pelo poder do Espírito Santo que ele é verdadeiro. Mas essa não pode ser apenas uma oração de interesse. Precisamos perguntar com “um coração sincero e com real intenção, tendo fé em Cristo” (Morôni 10:4). Real intenção significa que temos o desejo de agir de acordo com a resposta que recebemos. Deus apenas nos deixará saber a verdade do Livro de Mórmon se vivermos uma vida mais Cristã. Viver os ensinamentos do Senhor no Livro de Mórmon bem como na Bíblia tem trazido tanta alegria para minha vida e vai fazer o mesmo para todos que seguirem esse curso.

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Como posso reconhecer as respostas para minhas orações?

quarta-feira, dezembro 24th, 2008

how-can-i-recognize-answers-to-my-prayers

Resposta Pessoal por Nathan 

As respostas para as orações podem vir de várias maneiras diferentes. Uma boa resposta para essa pergunta pode ser explicar algumas das maneiras genéricas pelas quais as orações são respondidas.

Existe um método de buscar revelação (comunicação entre Deus e o homem) que permite que as orações sejam respondidas. Buscar revelação corretamente começa através de um esforço de nossa parte. Uma simples oração nem sempre é o suficiente. Passos importantes que devem ser considerados são o jejum, ponderar, e edificar sobre a fé para aceitar uma resposta. Ao cumprirmos esses passos, Deus verá nossos esforços e nos abençoará igualmente. Um dos melhores métodos de buscar revelação ou respostas para nossas orações é fazer uma tentativa de decisão após o nosso jejum, ponderação e edificação na fé. Uma vez que sentimos que temos uma boa decisão preliminar, levamos a decisão ao Senhor e pedimos por uma confirmação. 

Confirmação através do Espírito Santo é certamente uma resposta para as orações e a maneira mais comum que Deus usa para responder minhas orações. Quando eu me volto para o Senhor em oração, perguntando se uma escolha é correta, é verdadeiramente um milagre sentir a paz em meu coração, a pureza de meus pensamentos, e um conhecimento de que a oração foi respondida. Quando a decisão que tento fazer não é correta à vista do Senhor, eu sinto certo desconforto e meus pensamentos não serão claros referentes a este assunto. Na Conferência Geral de abril de 2007 o Elder Richard G. Scott do Quorum dos Doze Apóstolos falou sobre este assunto. Acesso o discurso clicando no link: “O Dom Celestial da Oração“. 

As escrituras ensinam que o Espírito Santo nos dá revelações, ou respostas para as orações, em muitas maneiras. Veja se você pode relacionar a qualquer dessas maneiras pela qual o Espírito Santo responde nossas orações: 

  • João 14:26 – Ensina a verdade e trás à mente lembranças
  • Romanos 15:13 – Dá sentimentos de amor, alegria, paz, paciência, mansidão, gentileza, fé e esperança
  • 2 Néfi 32:1-5 – Ensina o que fazer
  • Mosias 5:2-5 – Fortalece o desejo de evitar o mal e obedecer aos mandamentos
  • Alma 19:6 – Substitui as trevas por luz
  • Joseph Smith – História 1:11-12 – Ajuda as escrituras a terem um efeito poderoso
  • Doutrina e Convênios 50:13-22 – Edifica tanto o professor quanto o aluno

Pregar o Meu Evangelho (Salt Lake City: Direitos Reservados, 2004), 96-97 

Muitas pessoas são levadas aos ensinamentos verdadeiros de Deus através de respostas as orações. Eu tenho observado várias pessoas buscando, ponderando e pedindo instruções sinceramente a Deus e então os vi recebendo confirmação do Espírito Santo que o assunto que eles estavam estudando é verdadeiro. Esse processo que eu tenho tentando explicar é a maneira pela qual eu que estou seguindo o caminho que Deus quer que eu siga.

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Deus sente nossas dores?

quarta-feira, dezembro 24th, 2008

Resposta Pessoal por Jack 

Aos 50 anos eu estava surfando com meu filho de 16 anos e seus amigos na praia Laguna, Califórnia. Eu peguei uma “última onda” e acidentalmente bati minha cabeça em uma pedra submersa, quebrei meu pescoço, e minha espinha dorsal ficou severamente ferida entre a segunda e terceira vértebra cervical. Eu fiquei paralisado instantaneamente, fiquei inconsciente e acordei duas horas depois no hospital Laguna rodeado por médicos e enfermeiras. Uma das enfermeiras percebeu que meus olhos estavam abertos e disse para mim: “Jack, se você consegue entender o que estou falando, pisque uma vez”. Eu pisquei e houve um sinal aparente de alívio dentro da sala. Neste dia começou para mim uma nova vida que tem continuado pelos últimos 19 anos. 

Por causa da minha fé pessoal em um Deus  e sua bondade, eu nunca fiquei bravo com Ele, nem sai por ai dizendo, com atitude de auto-piedade: “Por que eu?”. Entretanto, foi necessário algum tempo até que eu entendesse que Deus e Cristo sentiram e sofreram por minha dor o mesmo, se não mais, que eu. 

Embora não tenha ficado com raiva com meu acidente e a resultante paralisia, eu fiquei devastado e triste por um tempo. Simplesmente parecia que eu havia perdido tanto e que não podia conceder em viver por qualquer período extensivo de tempo completamente paralisado do pescoço para baixo e com necessidades de auxilio. 

Eu entrei em uma profunda e negra depressão e houve dias em que eu teria achado bem vindo uma saída antecipada da mortalidade. Eu continuei, entretanto, a orar, e finalmente após um longo período de preparação eu tive uma experiência maravilhosa que me fez saber para sempre que Deus sente nossas dores e está ansioso para nos ajudar. 

Eu cheguei ao fim da esperança. Eu havia chegado ao limite. Eu percebi que nenhum medico ou homem nesta terra que poderia fazer para mim o que eu precisava mais. Eu sabia que por causa da natureza do ferimento eu jamais conseguiria “voltar atrás”. O que eu precisava e ansiava era esperança, paz, e o senso de bem-estar que eu havia perdido por causa do meu acidente. Finalmente eu me voltei para Deus com todo o meu coração e alma em oração, como nunca havia orado antes. Eu eventualmente vim a entender o quanto eu era amado pelo Salvador e um amável, gentil e misericordioso Pai Celestial. Eu não tive uma visão, mas eu recebi um novo coração e estava cheio de paz, esperança, alegria e um senso de bem-estar que eu nunca pensei sentir novamente. 

Esses sentimentos jamais desapareceram, mas tem se intensificado cada vez mais nos últimos 19 anos. Eu comecei a entender, e a saber agora, que Deus e Cristo sabem o que sentimos e compartilham nossas dores. Estou convencido através de minhas experiências pessoais que eles tomaram sobre si nossas dores e sofrimentos através de sua graça e amor infinitos se desejarmos apenas confiar neles e vir a eles com todo nosso coração. 

Acreditando nas escrituras, eu tenho um sentimento de quão sensitivo a deidade é para com nosso sofrimento e dor na mortalidade. Quando seu bom amigo, Lazaro, morreu, Jesus veio a seu auxilio e confortou suas irmãs, Maria e Marta. Sobre isto podemos ver nas escrituras que “Jesus chorou” (ver João 11:35). Existem registros quase incontáveis nos Evangelhos sobre Jesus curar os doentes, restaurar a vida aos mortos e manifestar uma compaixão incrível para com todos a seu redor. 

Após sua ressurreição podemos encontrar um registro sobre uma experiência que o envolveu: “Tendes enfermos entre vós? Trazei-os aqui. Há entre vós coxos ou cegos ou aleijados ou mutilados ou leprosos ou atrofiados ou surdos ou pessoas que estejam aflitas de algum modo? Trazei-os aqui e eu os curarei, porque tenho compaixão de vós; minhas entranhas estão cheias de misericórdia… E aconteceu que Ele ordenou que as criançinhas fossem levadas a Sua presença. Levaram, pois, suas criancinhas e colocarm-nas no chão, ao redor dele; e Jesus ficou no meio; e a multidão cedeu espaço até que todas as crianças fossem levadas a ele… [então] ele chorou e a multidão testificou isso; e pegou as criancinhas, uma a uma, e abençoou-as e orou por elas ao Pai. E depois de haver feito isso, chorou de novo…” (3 Nefi 17:7-22). 

Em uma visão o profeta Enoque viu a seguinte cena que foi preservada para nos como Deus olhou para a iniqüidade de seu povo e a dor resultante e a agonia que eles estavam experimentando e ainda experimentariam neste mundo: “E aconteceu que o Deus do Céu olhou o … povo e chorou; e Enoque prestou testemunho disso dizendo: Como é que os céus choram e derramam lágrimas como a chuva sobre as montanhas? E Enoque disse ao Senhor: Como é que podes chorar, sendo que és santo e de toda eternidade para toda eternidade?” (Moisés 7:28-29).

Sim, Deus sente nossas dores! Ele é um Deus de amor e compaixão. Eu desejo a todos que já tiveram um problema ou desafio serio em suas vidas poderiam ter tido a minha experiência. Eu sei que eles podem, mas é necessário fé, confiança e voltar para Deus com todo o nosso coração.

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Posso ter fé e ainda acreditar na ciência?

sexta-feira, julho 11th, 2008

Resposta Pessoal por Jack

 

Essa é uma pergunta muito boa que nos faz pensar. Eu imaginaria que muitas pessoas, em uma época ou outra, sentiram que talvez há um conflito grande entre a religião e a ciência. A idade da terra, como ela foi criada, evolução, os dinossauros, e uma quantidade enorme de outras questões que parecem que ao termo fé não em Deus não podemos aceitar as evidencias das verdades descobertas pelos métodos científicos.

 

Recentemente eu li um livro fascinante que, por alguma razão, eu havia perdido por anos que me ajudou a entender essa suposta rivalidade ciência vs. Religião. Chama-se Reflections of a Scientist (Reflexões de um Cientista), por Henry Eyring. O livro foi publicado em 1983 e pode ser difícil de encontrar, mas é de grande valia a leitura caso o encontre.

 

Henry Eyring foi um químico renomado mundialmente que ensinou por muitos anos na Universidade de Princeton no final da década de 30 e durante a Segunda Guerra Mundial. Albert Einstein também estava no corpo docente e eles compartilharam muitas experiências juntos naqueles anos.

 

Henry Eyring eventualmente aceitou uma oferta para trabalhar na Universidade de Utah, para liderar o departamento de química e passar o restante de sua vida trabalhando na instituição.

 

Eu escolhi as seguintes declarações de seu livro: “Algumas pessoas tem me perguntado: ‘Existe qualquer conflito entre ciência e religião?’. Não há nenhum conflito em minha mente sobre Deus, mas frequentemente existem conflitos na mente dos homens. Através das eternidades, nos aproximaremos cada vez mais do entendimento da mente de Deus; então os conflitos desaparecerão… . Eu tive dificuldades para entender porque as pessoas se afastam da [religião]. Estou certo de que os motivos são diferentes e variados. Eu posso entender se uma pessoa quer ter um mal comportamento e racionalizou por si mesmo. Ele tem pensado que está correto. Mas eu entendo que a pessoa que pensa que tem que ser tão inteligente quanto o Senhor, entender tudo, e não ter nenhuma contradição em sua mente podem ter problemas. Existem todos os tipos de contradições que eu não entendo, mas eu encontro o mesmo tipo de contradições na ciência, e eu não decidi apostatar da ciência. A logo prazo, a verdade é o seu próprio juiz”.

 

No outono de 1957 a Fundação Welch convidou os químicos e físicos nucleares mais talentosos e famosos do mundo para um jantar com premiações especial em Houston, Texas. Henry Eyring, um cientista conselheiro da Fundação, estava sentado à mesa com 12 destes cientistas notáveis. Também sentado à mesa estava o Sr. Malone, procurador da fundação, que disse: “Dr. Eyring, quantos destes cavalheiros acreditam em um Ser Supremo?”. Eu respondi, “não sei, mas vou perguntar.”

 

“Eu perguntei se todos tinham o desejo de responder a pergunta. Todos concordaram. A pergunta foi então formulada precisamente: ‘O que melhor expressa o seu ponto de vista: que há um Ser Supremo ou que não há um Ser Supremo? ’ Então eu perguntei a estes doze cientistas, e todos disseram: ‘Eu acredito’. Todos estes estudantes das ciências exatas viram na ordem universal sobre eles a evidencia de um Ser Supremo. Dois dos doze haviam recebido um Premio Nobel, e os outros dez acreditavam que deveriam ter um Premio Nobel também, portanto, este era um grupo bastante distinto”.

 

Henry Eyring amava as ciências e Deus, nunca encontrando qualquer conflito entre a verdadeira ciência e a verdadeira religião. O propósito de sua vida foi descobrir as verdades as quais ele fez tanto como cientista quanto como homem de fé. O incidente a seguir que aconteceu na Universidade de Utah em certa ocasião é típica do pensamento deste grande homem:

 

“Certa vez enquanto falava na Universidade de Utah como parte de um painel de homens no cosmos, eu construí meu discurso sobre a famosa pergunta de Poncio Pilatos, ‘O Que é Verdade?’. Após meu discurso, um rapaz na audiência se levantou e disse: ‘Bem, Dr. Eyring, eles me disseram que o que você faz é colocar a religião em um compartimento e a ciência em outro. Isto é inconveniente? Por exemplo, eu gostaria de propor uma pergunta para o senhor. No Diário das Moças, Joseph Smith é citado por dizer que as pessoas vivem na lua’. Ele continuou: ‘Agora, Dr. Eyring, sabemos que não há oxigênio na lua, portanto, isso não pode ser possivelmente verdade. O que o senhor diz desta pergunta?”

 

“Eu respondi mais ou menos como a seguir: ‘eu especialmente aprecio ter recebido esta pergunta, porque é fácil de responder, e eu gosto mais de perguntas fáceis de responder do que as difíceis. Como Santo dos Ultimos Dias, assim como qualquer outro homem honesto, eu sou obrigado a aceitar apenas a verdade. Eu simplesmente tenho que investigar se os homens moram ou não na lua. Eu estou razoavelmente certo que eles não mores, mas saberemos em breve através de exploração direta. Se não o encontrarmos lá, eles não moram lá. Como um Santo dos Ultimos Dias, meus problemas são simples assim”.

 

“Agora, sobre o Profeta Joseph Smith? Eu não sei se ele disse ou não que homens moram na lua. Mas se ele disse ou não, não me perturba nem um pouco. Um profeta é maravilhoso porque às vezes ele fala pelo Senhor. Isso ocorre em certas ocasiões quando o Senhor deseja que seja feito. Em outras ocasiões ele fala por si mesmo, e uma das doutrinas maravilhosas desta Igreja é que não acreditamos infalivelmente em qualquer mortal. Se em sua especulação o Profeta pensa que existem pessoas morando na lua, isso não tem efeito em minha crença que em outras ocasiões, quando o Senhor desejou, ele falou as idéias que o Senhor o inspirou a dizer. É por estes momentos de profunda reflexão que eu o honro e o sigo”.

 

A verdade deve ser o que todos estamos procurando, e a verdade sempre será parte da verdadeira ciência e da verdadeira religião. Não há conflito entre as duas!

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Por que Deus permite o sofrimento?

segunda-feira, junho 30th, 2008

Resposta Pessoal por Jack Rushton

Eu acredito que essa é uma pergunta bastante profunda e que tem sido, indubitavelmente, perguntada por milhões de pessoas desde o inicio dos tempos. A vida pode parecer injusta as vezes quando passamos por sofrimento pessoal próprio ou testemunhamos com nossos próprios olhos ou através da mídia o incrível sofrimento que parece ser uma parte integral da vida diária das pessoas em todo o mundo.

Eu me deparei com essa pergunta em um nível pessoal quando a 19 anos atrás eu quebrei meu pescoço, separando minha espinha dorsal e fiquei paralisado do pescoço para baixo e dependente do ventilador. Read the rest of this entry »

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Como servir uma missão me aproximou mais de Deus?

sexta-feira, junho 27th, 2008

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Resposta Pessoal por Nathaniel

Amigos de outras religiões tem me perguntado porque eu quis sair em uma Missão Mórmon no melhor da minha vida. Eu tinha 23 anos e a maioria de meus amigos colegiais já haviam se formado no ensino superior. Minha motivação para sair em uma missão para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias não veio apenas do encorajamento de meus pais, mas uma convicção de que a missão me aproximaria mais de Deus.

Eu não queria entrar em detalhes do que uma missão é. Informações gerais sobre missões e missionários podem ser encontradas no site oficial da Igreja (www.lds.org.br). Entretanto, a missão foi um período de um significante crescimento pessoal para mim. De setembro de 2003 a setembro de 2005, eu viajei e morei no Sri Lanka, Paquistão e Malásia como um voluntário de tempo integral representando A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. (mais…)

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Por que os Mórmons se casam nos templos?

terça-feira, maio 20th, 2008

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Resposta Pessoal de Nathaniel

O templo inclui o pináculo de todas as ordenanças que são realizadas em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Uma dessas ordenanças é o casamento no templo. O Casamento no Templo é uma ordenança, ou cerimônia, que é realizada por oficiantes qualificados dentro dos templos Mórmons. É semelhante a uma cerimônia de casamento que é realizada em uma igreja de outra denominação, uma sinagoga ou até mesmo um templo budista, com algumas exceções notáveis. Nas cerimônias acima, a faz os votos matrimoniais do casal é feito na presença de testemunhas e um oficial responsável. No templo, o casal também faz os votos matrimoniais na presença de um oficiante, também conhecido como “selador”, e duas testemunhas. Entretanto, os Mórmons acreditam que Deus também faz parte desses votos matrimoniais. (mais…)

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