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	<title>Igreja Mormon &#187; Graça</title>
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	<description>Beliefs and stories from members of The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints</description>
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		<title>Posso ter fé e ainda acreditar na ciência?</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 20:59:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
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		<category><![CDATA[Buscando a Verdade]]></category>
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		<description><![CDATA[Resposta Pessoal por Jack   Essa é uma pergunta muito boa que nos faz pensar. Eu imaginaria que muitas pessoas, em uma época ou outra, sentiram que talvez há um conflito grande entre a religião e a ciência. A idade da terra, como ela foi criada, evolução, os dinossauros, e uma quantidade enorme de outras [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">Resposta Pessoal por Jack</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Essa é uma pergunta muito boa que nos faz pensar. Eu imaginaria que muitas pessoas, em uma época ou outra, sentiram que talvez há um conflito grande entre a religião e a ciência. A idade da terra, como ela foi criada, evolução, os dinossauros, e uma quantidade enorme de outras questões que parecem que ao termo fé não em Deus não podemos aceitar as evidencias das verdades descobertas pelos métodos científicos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Recentemente eu li um livro fascinante que, por alguma razão, eu havia perdido por anos que me ajudou a entender essa suposta rivalidade ciência vs. Religião. Chama-se <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">Reflections of a Scientist</em></strong> (Reflexões de um Cientista), por Henry Eyring. O livro foi publicado em 1983 e pode ser difícil de encontrar, mas é de grande valia a leitura caso o encontre.<span id="more-58"></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Henry Eyring foi um químico renomado mundialmente que ensinou por muitos anos na Universidade de Princeton no final da década de 30 e durante a Segunda Guerra Mundial. Albert Einstein também estava no corpo docente e eles compartilharam muitas experiências juntos naqueles anos.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Henry Eyring eventualmente aceitou uma oferta para trabalhar na Universidade de Utah, para liderar o departamento de química e passar o restante de sua vida trabalhando na instituição.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Eu escolhi as seguintes declarações de seu livro: “<em style="mso-bidi-font-style: normal;">Algumas pessoas tem me perguntado: ‘Existe qualquer conflito entre ciência e religião?’. Não há nenhum conflito em minha mente sobre Deus, mas frequentemente existem conflitos na mente dos homens. Através das eternidades, nos aproximaremos cada vez mais do entendimento da mente de Deus; então os conflitos desaparecerão&#8230; . Eu tive dificuldades para entender porque as pessoas se afastam da [religião]. Estou certo de que os motivos são diferentes e variados. Eu posso entender se uma pessoa quer ter um mal comportamento e racionalizou por si mesmo. Ele tem pensado que está correto. Mas eu entendo que a pessoa que pensa que tem que ser tão inteligente quanto o Senhor, entender tudo, e não ter nenhuma contradição em sua mente podem ter problemas. Existem todos os tipos de contradições que eu não entendo, mas eu encontro o mesmo tipo de contradições na ciência, e eu não decidi apostatar da ciência. A logo prazo, a verdade é o seu próprio juiz</em>”.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">No outono de 1957 a Fundação Welch convidou os químicos e físicos nucleares mais talentosos e famosos do mundo para um jantar com premiações especial em Houston, Texas. Henry Eyring, um cientista conselheiro da Fundação, estava sentado à mesa com 12 destes cientistas notáveis. Também sentado à mesa estava o Sr. Malone, procurador da fundação, que disse: “<em style="mso-bidi-font-style: normal;">Dr. Eyring, quantos destes cavalheiros acreditam em um Ser Supremo?</em>”.<em style="mso-bidi-font-style: normal;"> Eu respondi, “não sei, mas vou perguntar.”</em></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;">“Eu perguntei se todos tinham o desejo de responder a pergunta. Todos concordaram. A pergunta foi então formulada precisamente: ‘O que melhor expressa o seu ponto de vista: que há um Ser Supremo ou que não há um Ser Supremo? ’ Então eu perguntei a estes doze cientistas, e todos disseram: ‘Eu acredito’. Todos estes estudantes das ciências exatas viram na ordem universal sobre eles a evidencia de um Ser Supremo. Dois dos doze haviam recebido um Premio Nobel, e os outros dez acreditavam que deveriam ter um Premio Nobel também, portanto, este era um grupo bastante distinto</em>”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">Henry Eyring amava as ciências e Deus, nunca encontrando qualquer conflito entre a verdadeira ciência e a verdadeira religião. O propósito de sua vida foi descobrir as verdades as quais ele fez tanto como cientista quanto como homem de fé. O incidente a seguir que aconteceu na Universidade de Utah em certa ocasião é típica do pensamento deste grande homem:</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">“Certa vez enquanto falava na Universidade de Utah como parte de um painel de homens no cosmos, eu construí meu discurso sobre a famosa pergunta de Poncio Pilatos, ‘O Que é Verdade?’. Após meu discurso, um rapaz na audiência se levantou e disse: ‘Bem, Dr. Eyring, eles me disseram que o que você faz é colocar a religião em um compartimento e a ciência em outro. Isto é inconveniente? Por exemplo, eu gostaria de propor uma pergunta para o senhor. No Diário das Moças, Joseph Smith é citado por dizer que as pessoas vivem na lua’. Ele continuou: ‘Agora, Dr. Eyring, sabemos que não há oxigênio na lua, portanto, isso não pode ser possivelmente verdade. O que o senhor diz desta pergunta?”</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">“Eu respondi mais ou menos como a seguir: ‘eu especialmente aprecio ter recebido esta pergunta, porque é fácil de responder, e eu gosto mais de perguntas fáceis de responder do que as difíceis. Como Santo dos Ultimos Dias, assim como qualquer outro homem honesto, eu sou obrigado a aceitar apenas a verdade. Eu simplesmente tenho que investigar se os homens moram ou não na lua. Eu estou razoavelmente certo que eles não mores, mas saberemos em breve através de exploração direta. Se não o encontrarmos lá, eles não moram lá. Como um Santo dos Ultimos Dias, meus problemas são simples assim”.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><em style="mso-bidi-font-style: normal;"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Times New Roman;">“Agora, sobre o Profeta Joseph Smith? Eu não sei se ele disse ou não que homens moram na lua. Mas se ele disse ou não, não me perturba nem um pouco. Um profeta é maravilhoso porque <strong style="mso-bidi-font-weight: normal;">às vezes</strong> ele fala pelo Senhor. Isso ocorre em certas ocasiões quando o Senhor deseja que seja feito. Em outras ocasiões ele fala por si mesmo, e uma das doutrinas maravilhosas desta Igreja é que não acreditamos infalivelmente em qualquer mortal. Se em sua especulação o Profeta pensa que existem pessoas morando na lua, isso não tem efeito em minha crença que em outras ocasiões, quando o Senhor desejou, ele falou as idéias que o Senhor o inspirou a dizer. É por estes momentos de profunda reflexão que eu o honro e o sigo”.</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">A verdade deve ser o que todos estamos procurando, e a verdade sempre será parte da verdadeira ciência e da verdadeira religião. Não há conflito entre as duas!</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Mórmons adoram aos Domingos?</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 19:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenças Mórmon]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de vida Mórmon]]></category>
		<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Mórmons como Cristãos]]></category>

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		<description><![CDATA[Resposta pessoal por Richard Neitzel Holzapfel Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons ou Santos dos Últimos Dias) aceitam o tradicional Dia do Senhor Cristão, o qual é realizado no primeiro dia da semana, domingo, para adoração. Adicionalmente, os membros da Igreja se reúnem em outros dias da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/richard_holzapfel.jpg" border="0" alt="do-mormons-believe-in-the-bible" /></p>
<p><strong>Resposta pessoal por Richard Neitzel Holzapfel</strong></p>
<p>Os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons ou Santos dos Últimos Dias) aceitam o tradicional Dia do Senhor Cristão, o qual é realizado no primeiro dia da semana, domingo, para adoração. Adicionalmente, os membros da Igreja se reúnem em outros dias da semana para estudar, orar e participar em reuniões e atividades da Igreja.</p>
<p>Porque pouca informação autorizada sobreviveu do passado, não podemos dizer com certeza quando e porque os primeiros Cristãos mudaram o dia semanal de reunião do Dia do Senhor Judeu, o sétimo dia da semana, para o primeiro dia da semana. Entretanto, a maioria dos estudiosos concorda que os primeiros Cristãos se reuniam um dia por semana para adora e comemorar a ressurreição de Jesus. Eventualmente, sem perguntas, o domingo se tornou o Dia do Senhor oficial para os Cristãos entre o quarto e o quinto século.<span id="more-28"></span></p>
<p>Os Mórmons escolheram naturalmente adorar no domingo desde o começo em 1830, quando a Igreja foi organizada em Novo Testamento, porque era o dia tradicional para tais atividades nos Estados Unidos. Entretanto, para os Santos dos Últimos Dias, o dia foi oficialmente sancionado pelo Senhor quando Joseph Smith, o primeiro presidente e profeta da Igreja, recebeu uma revelação aprovando o dia: “Porque em verdade este é um dia designado para descansares de teus labores e prestares tua devoção ao Altíssimo” (Doutrina e Convênios 59:10). O dia era 7 de agosto de 1831.</p>
<p>Desde então, as congregações Mórmons tem se reunido para sua adoração semanal aos domingos, exceto quando a tradição local provê um outro dia para tais reuniões. Por exemplo, os Santos dos Últimos Dias se encontram no sábado (Dia do Senhor Judeu) em Israel e na sexta em alguns países Muçulmanos.</p>
<p>Hoje em dia, os Santos dos Últimos Dias descansam de seus trabalhos semanais e se reúnem um dia por semana para trabalhar na vinha do Senhor para ministrar uns aos outros e para adorar o Senhor em oração, cantar e estudar as escrituras.</p>
<p>Fontes adicionais:</p>
<p>Craig Harline, Sunday: A History of the First Day from Babylonia to the Supper Bowl (New York: Doubleday, 2007), disponivel apenas em ingles.</p>
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		<title>Como os Mórmons vêem o sofrimento?</title>
		<link>http://igrejamormon.net/22/22</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 16:30:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resposta pessoal de Karen Merkley   As luzes nem sempre são verdes. O pão nem sempre está fresco. Os pneus esvaziam. As contas se acumulam. Pessoas morrem ou são mortas em vários estágios da vida. Pessoas se esforçam. Outras morrem. Existem guerras para todos os lados. O sofrimento é parte da existência humana. É necessário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/karen_merkley.jpg" border="0" alt="how-do-mormons-view-grief" /></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"><strong>Resposta pessoal de Karen Merkley</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;">As luzes nem sempre são verdes. O pão nem sempre está fresco. Os pneus esvaziam. As contas se acumulam. Pessoas morrem ou são mortas em vários estágios da vida. Pessoas se esforçam. Outras morrem. Existem guerras para todos os lados.</p>
<p>O sofrimento é parte da existência humana. É necessário que haja oposição para que haja crescimento, de acordo com a visão Mórmon da nossa existência mortal, revelada pelo Senhor através de profetas modernos. Ela pode, entretanto, ser aliviada através do poder do sacrifício de Jesus Cristo. Os Mórmons acreditam que o Salvador não morreu apenas para pagar por nossos pecados, mas também para tomar sobre si as nossas dores, sofrimentos e enfermidades (Alma 7:11-12).<span id="more-22"></span></p>
<p>Patrícia Pinegar, antiga Presidente da Primária, ou a organização das crianças da Igreja, falou de seu próprio encontro com o sofrimento e a intercessão do Salvador:</p>
<p>“A difícil experiência da morte de meu filho me ajudou a identificar e regozijar nas bênçãos de paz, esperança e direção – bênçãos que todos que verdadeiramente aceitam e vivem o evangelho de Jesus Cristo podem encontrar. Eu posso prestar testemunho das palavras do Elder Richard G. Scott: ‘Por favor, aprendam que à medida que lutam com um desafio e sentem triste por causa dele, você pode ter simultaneamente paz e regozijo’ (Conference Report, out. 1995, 20).” (Paz, Esperança e Direção, <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Ensign</em>, nov. 1999).</p>
<p>O próprio Salvador foi um homem de dores e sofrimento, ainda assim Ele a alegria suprema de saber que ele estava em tom com Seu Pai e consolo naquele relacionamento único com Ele. Nós, também, podemos encontrar paz e certeza de que não seremos abandonados quando a morte de um ente querido nos atingir ou quando o arbítrio de algum colide com os planos para nossa própria vida.</p>
<p>Elder Bateman, um líder Mórmon da atualidade, falou do balsamo curador que pode vir quando pedimos ao Senhor pela salvação daquela alma especial que somente Ele pode verdadeiramente prover:</p>
<p>“A morte ensina que não experimentos uma plenitude de alegria na mortalidade e que a alegria eterna somente pode ser encontrada com a assistência do Mestre (ver D&amp;C 93:33-34). Da mesma maneira que o homem coxo no tanque de Betesda precisava de alguém mais forte que ele para ser curado (ver João 5:1-9), também somos dependentes dos milagres da expiação de Cristo se nossas almas tiverem que ser curadas de sofrimento, dor e pecado&#8230; Através de Cristo, corações quebrantados são unidos e a paz substitui ansiedade e sofrimento.</p>
<p>O sofrimento nem sempre é causado pela morte ou doença. Existem tantos jugos na vida quanto há de bênçãos. Das cruzes menos visíveis, um apostolo moderno, Marvin J. Ashton disse:</p>
<p>‘Um tipo de cruz é a violação da confiança de um pai, um membro da família, um professor, um bispo, um membro da presidência da estaca, um namorado, uma namorada, um colega de trabalho ou uma colega de classe’.</p>
<p>Um outro tipo de cruz que nem sempre é visível, mas que em certas ocasiões podem ser pesadas e inquietante é a falta de amor próprio – um sentimento de não querer aceitar a si mesmo. Você pode encontrar isso no seu coração de vez em quando se cumprimentar por seu comportamento? Ou você pensa pobremente sobre você não importa o que faça? Ter sentimentos como esses podem ser uma cruz pesada de suportar. Tais cruzes podem diminuir nosso progresso eterno” (Carregar Sua Cruz, <em style="mso-bidi-font-style: normal;">Liahona</em>, set. 1988).</p>
<p>Minhas próprias cruzes me ensinaram, mais do que qualquer coisa, sobre quem Cristo realmente foi e quem eu sou de verdade. Eu tenho sentido profundamente seu conhecimento sobre mim o qual excede ao meu próprio, e sua atenção e reconhecimento de minhas necessidades. Eu o tenho visto antecipar circunstancias e me preparar; caminhar comigo, conversar comigo em maneiras que ficou completamente registrado e inegável, e eu aprendi que eu quero mais do que qualquer coisa sua proximidade para sempre. Indiferente de sua fonte, existe consolo a ser encontrado através de se aproximar do Senhor, que desceu abaixo de todas as coisas que perseveramos, para que Ele pudesse nos elevar e nos tirar delas. Eu testifico que Seu poder é real, que Seu conhecimento de nossos desafios pessoais é intimo e que Sua habilidade de ajudar-nos é incomparável. Se deseja saber mais sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acesse o site <a href="http://www.lds.org/"><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">www.lds.org</span></a><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;">.</span></p>
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		<title>Qual a posição dos Mórmons contra o abuso?</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Mar 2008 15:57:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é contra toda forma de abuso – espiritual, físico e emocional. Abuso é qualquer forma agressiva de tratamento para com outras pessoas, incluindo humilhação, denominação, agressão física, psicológica ou espiritual que inflijam sobre a outra pessoa. O Senhor nunca aceitou qualquer tipo de comportamento semelhante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é contra toda forma de abuso – espiritual, físico e emocional. Abuso é qualquer forma agressiva de tratamento para com outras pessoas, incluindo humilhação, denominação, agressão física, psicológica ou espiritual que inflijam sobre a outra pessoa. O Senhor nunca aceitou qualquer tipo de comportamento semelhante, mas foi e é um defensor da paz e harmonia para seus Filhos (ver Abuso).</p>
<p>Em uma entrevista com médicos SUD discutindo “abuso ao cônjuge”, John Nelson descreveu o que é considerado como comportamento impróprio:</p>
<p>“Abuso do cônjuge envolve atos inapropriados de um cônjuge contra o outro. Ele pode envolver atos coersivos no qual quem está cometendo o abuso força a pessoa a fazer algo que o parceiro normalmente não faria, sem quaisquer preocupações particulares com a vitima. O abuso também pode incluir o uso de ameaças, apelidar, gritar, e intimidação”.<span id="more-21"></span></p>
<p>Os Mórmons acreditam em igualdade dos sexos e embora é dito que o marido presida o lar em retidão dentro da família, “presidir” implica em amar e na inclusão de todos os membros da família, e não da força bruta e exclusão. O Sr. Nelson continua falando com clareza sobre esse principio:</p>
<p>“Em alguns casos as pessoas que cometem o abuso não compreendem ou aplicam incorretamente o conceito de liderança no lar. Eu quero deixar bem claro que não é o conceito de líder presidente do lar que está errado, e a aplicação errada deste principio que está. A seção 121 de Doutrina e Convênios fala especificamente sobre o assunto: “Escrever escritura” (D&amp;C 121:36-37)” (Uma Conversa sobre Abuso de Cônjuges, Ensign, out. 1999).</p>
<p>Os mórmons acreditam em curas destes e de outros tipos de abusos, tanto para a vítima quando a do infligidor do abuso.</p>
<p>Um apostolo moderno do Senhor, Elder Richard G. Scott, falou sobre a necessidade de confiar no amor e na ajuda disponível através de Jesus Cristo contra o abuso.</p>
<p>“A menos que seja curado pelo Senhor, o abuso mental, físico e sexual pode causar em você conseqüências sérias e duradouras. Como vítimas vocês experimentaram alguns deles. [Os abusos] incluem medo, depressão, culpa, ódio próprio, destruição de auto-estima e alienação de relacionamentos humanos normais. Quando agravado por abuso continuo, emoções poderosas de rebelião, fúria e ódio são gerados. Esses sentimentos geralmente são focados contra si mesmo, outros, na própria vida e até mesmo contra o Pai Celestial. Esforços frustrados de lutar contra isso pode levar ao uso de drogas, imoralidade, abandono do lar, e, tragicamente em causas extremas, no suicídio. A menos que sejam corrigidos, esses sentimentos levam ao desanimo de viver, discórdia no casamento, e até mesmo a transição de vitima para infligidor de abusos. Um resultado horrível é a profunda falta de confiança nos outros a qual se torna uma barreira para a cura” (Elder Scott, Ensign, maio 1992).</p>
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		<title>Os Mórmons tem comunhão?</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Mar 2008 20:03:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Resposta Pessoal por Karen Merkley Os Mórmons partilham do Sacramento da Ceia do Senhor – iniciado por Cristo – todos os domingos, como os Católicos partilham a Comunhão. As ordenanças Mórmons, embora sejam semelhantes em propósitos da Eucaristia Católica, diferem em alguns aspectos profundos. Acreditamos que o Sacramento é uma ordenança que podemos realizar apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/karen_merkley.jpg" border="0" alt="do-mormons-have-communion" /></strong></p>
<p><strong>Resposta Pessoal por Karen Merkley</strong></p>
<p>Os Mórmons partilham do Sacramento da Ceia do Senhor – iniciado por Cristo – todos os domingos, como os Católicos partilham a Comunhão. As ordenanças Mórmons, embora sejam semelhantes em propósitos da Eucaristia Católica, diferem em alguns aspectos profundos. Acreditamos que o Sacramento é uma ordenança que podemos realizar apenas de uma maneira descrita pelo Senhor. Apenas os portadores de Sua autoridade, chamada de Sacerdócio, como está presente em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, podem de fato administrar corretamente e retamente esses emblemas do Sacramento. A verdadeira maneira de abençoar o Sacramento é encontrada dentro de revelações nas escrituras modernas: o Livro de Mórmon e Doutrina e Convênios.</p>
<p><span id="more-20"></span></p>
<p>A maneira prescrita de administrar a bênção do pão foi designada como a seguir:</p>
<p>“E o élder ou o sacerdote administra-los-á; e desta maneira deverá administrá-los: Ajoelhar-se-á com a igreja e invocará o Pai em solene oração, dizendo:</p>
<p>Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este pão para as almas de todos os que partilharem dele, para que o comam em lembrança do corpo de teu Filho e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que desejam tomar sobre si o nome de teu Filho e recorda-lo sempre e guardar os mandamentos que ele lhes deu, para que possam ter sempre consigo o seu Espírito. Amém.” (Doutrina e Convênios 20:76-77).</p>
<p>A maneira designada para administrar o vinho ou a água foi designado como a seguir:</p>
<p>“A maneira de administrar o vinho: Ele também tomará o cálice e dirá:</p>
<p>Ó Deus, Pai Eterno, nós te rogamos em nome de teu Filho, Jesus Cristo, que abençoes e santifiques este vinho para as almas de todos os que beberem dele, para que o façam em lembrança do sangue de teu Filho, quer por eles foi derramado, e testifiquem a ti, ó Deus, Pai Eterno, que sempre se lembram dele, para que possam ter consigo o seu Espírito. Amém” (Doutrina e Convênios 20:78-19).</p>
<p>Os diáconos (rapazes com idade entre 12 e 13 anos) e os mestres (rapazes com idade entre 14 e 15), portando o sacerdócio Aarônico, passam o sacramento para os membros da congregação, individualmente. Os Mórmons permanecem sentados em seus lugares à medida que o Sacramento é passado à eles pelos portadores do sacerdócio, diferente dos católicos, que levantam e vão à frente da capela para partilhar da comunhão.</p>
<p>A bênção do Sacramento é realizada pelos sacerdotes (rapazes com idade entre 16 e 17 anos) ou elderes, que são portadores do sacerdócio maior ou Sacerdócio de Melquisedeque.</p>
<p>O Sacramento oferece aos Mórmons a chance de refletir sobre o sacrifício expiatório, suas vidas, ministérios, chamados e de receber revelações do Senhor através de Seu Espírito. Embora haja musica e instruções espirituais em nossas reuniões semanais, a ordenança do Sacramento excede a todas em importância. É a razão pela qual freqüentamos a Igreja: para vir ao Salvador com um coração quebrantado e um espírito contrito, para pedir perdão, para testemunhar a Ele o nosso desejo de obedecer ao seus mandamentos e servi-lo, de renovar nossos convênios batismais com Ele, de mostrar nossa fé em Seu sacrifício expiatório e em sua graça, e para adora-lo.</p>
<p>Os Mórmons não acreditam em uma transubstanciação dos emblemas do Sacramento como o fazem nossos amigos católicos. Embora entendamos que o Senhor referenciou o Sacramento como um tipo de seu corpo e sangue feridos e quebrados por nossos pecados, não acreditamos que o pão e a água são na verdade transformados miraculosamente nestes elementos. Vemos essas referencias simbolicamente.</p>
<p>Eu testifico para você, meu amigo em busca da verdade, que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias provê o curso estrito para tudo que é justo e verdadeiro. As ordenanças não são feitas pelos homens, mas por Deus. A autoridade não é construída, mas foi restaurada para a terra pelo próprio Deus, o Pai e por Jesus Cristo, através de Seus apóstolos comissionados e ressuscitados para conferir a autoridade a seus servos nos dias atuais.</p>
<p>Amigos de todas as religiões são convidados a se unirem às reuniões sacramentais da Igreja Mórmon. Se você tem o interesse de nos visitar, por favor, acesse o Localizador de Capelas para encontrar a capela mais perto de você.</p>
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		<title>O que é Graça para os Mórmons?</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Mar 2008 15:45:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leonardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Graça]]></category>
		<category><![CDATA[Jesus Cristo]]></category>
		<category><![CDATA[Mórmons como Cristãos]]></category>

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		<description><![CDATA[Resposta Pessoal por James Faulconer Uma das escrituras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) é o Livro de Mórmon, de onde vem o apelido da Igreja. Neste livro de escrituras somos ensinados: “Portanto, reconciliai-vos, meus amados irmãos, com a vontade de Deus e não com a vontade do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong></strong></p>
<p><strong><strong><img class="mc-avatar" src="http://www.mormonchurch.com/wp-content/uploads/avatars/jim_faulconer.jpg" border="0" alt="what-is-grace-to-a-mormon" /></strong></strong></p>
<p><strong><strong>Resposta Pessoal por James Faulconer</strong></strong></p>
<p>Uma das escrituras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Igreja Mórmon) é o Livro de Mórmon, de onde vem o apelido da Igreja. Neste livro de escrituras somos ensinados: “Portanto, reconciliai-vos, meus amados irmãos, com a vontade de Deus e não com a vontade do diabo e da carne; e lembrai-vos, depois de vos reconciliardes com Deus, de que é somente na graça e pela graça de Deus que sois salvos” (2 Néfi 10:24). A mesma escritura escrita posteriormente diz mais resumidamente “pois sabemos que é pela graça que somos salvos, depois de tudo o que pudermos fazer” (2 Néfi 25:23).</p>
<p>Assim como outros Cristãos, os Mórmons acreditam que a graça é o centro da mensagem Cristã. De fato, o Livro de Mórmon ensina a necessidade da graça mais frequentemente e mais abertamente do que no Novo Testamento (também aceito como escritura para os Mórmons).<span id="more-18"></span></p>
<p>Graça, o dom gratuito de Jesus Cristo, assegura incondicionalmente que todos os humanos serão redimidos dos efeitos da queda, ou seja, todos ressuscitarão. Entretanto, se tivermos que receber a liberdade de nossos pecados pessoais que Cristo oferece <strong>em </strong>graça, precisamos arrepender dos pecados com um coração quebrantado e um espírito contrito. Precisamos nos reconciliar com a vontade de Deus. Como está escrito no Livro de Mórmon, “Eis que ele se oferece em sacrifício pelo pecado, cumprindo, assim, todos os requisitos da lei para todos os quebrantados de coração e contritos de espírito; e para ninguém mais podem todos os requisitos da lei ser cumpridos” (2 Néfi 2:7). Essa é a graça, um dom, oferecido para todos os seres humanos caso desejem.</p>
<p>E o que é necessário para receber esse dom? Que nos reconciliemos com a vontade de Deus através do arrependimento e submissão à sua vontade: “E ordena a todos os homens que se arrependam e sejam batizados em seu nome, tendo perfeita fé no Santo de Israel, pois do contrário não poderão ser salvos no reino de Deus.” (2 Néfi 9:23). Encontramos um conhecimento semelhante no Novo Testamento, onde Paulo fala àqueles que estão ouvindo aos seus ensinamentos no Dia de Pentecostes: “E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo, para perdão dos pecados; e recebereis o Espírito Santo;” (Atos 2:38). Precisamos exercitar a fé e o desejo de aceitar a graça a qual Cristo oferece através do seu sacrifício expiatório, que pode também ser chamado de reconciliação com Deus. Precisamos reconciliar nossa vontade à sua, tanto em obediência a seus mandamentos e através das ordenanças (os sacramentos) da Igreja.</p>
<p>Assim, com outros Cristãos, os mórmons acreditam que cada pessoa precisa “nascer novamente”. Entretanto, nascer novamente é o começo de uma vida em Cristo, não apenas seu cumprimento, como o nascimento terreno no inicio de nossas vidas, não seu cumprimento. A pessoa que recebeu uma nova vida através da Expiação de Jesus Cristo precisa continuar na vida que ele ou ela receberam e continuar nesta vida significa fazer as coisas que Cristo espera que façamos. “Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” (Romanos 6: 16). Se nos reconciliamos com o Pai através da Expiação de Cristo, então nos tornaremos seus servos. Assim como ele, obedeceremos a vontade do Pai, continuando a viver o tipo de vida que ele nos dá como mandamento.</p>
<p>Não podemos ser salvos sem fé, fé em Jesus Cristo e confiar em sua graça, e uma vez que entramos em sua graça através de nossa fé, precisamos continuar nele. Precisamos perseverar até o fim. Como o Novo Testamento ensina: “Fé sem obras é morta” (Tiago 2:20). Em outras palavras, professar a fé sem mostrar essa fé através de obras é o mesmo que não ter fé. O Livro de Mórmon nos aconselha a viver uma vida fiel: “Deveis, pois, prosseguir com firmeza em Cristo, tendo um perfeito esplendor de esperança e amor a Deus e a todos os homens. Portanto, se assim prosseguirdes, banqueteando-vos com a palavra de Cristo, e perseverardes até o fim, eis que assim diz o Pai: Tereis vida eterna.” (2 Néfi 31:20). Aqueles que perseveram até o fim continuarão na vida que eles receberam no seu “renascimento”, mesmo após a morte; eles viverão com Deus após a morte, na plenitude da vida que eles viveram antes de vir à Terra. Reconciliação com Deus é algo eterno e sempre crescente, assim como nossa fé é crescente também.</p>
<p>O Apostolo Paulo descreveu nosso relacionamento com o Pai em termos de adoção (Romanos 8:17): Aqueles que recebem o Espírito Santo são adotados na família de Deus. Com Cristo, eles se tornam os filhos e filhas de Deus. Começamos nossa reconciliação como servos de Deus, reconhecendo-o como nosso Senhor e fazendo o que ele nos dá como mandamento. Entretanto, acabamos nos tornando seus filhos. Ambos servos e filhos obedecem, os primeiros porque precisam e os últimos porque eles amam. Desobedecer é rejeitar a Senhoria do Jesus e a Paternidade de Deus, então a salvação requer nossa obediência, não porque receberemos algo mais do que Cristo nos ofereceu através de sua graça, mas porque significa quem somos. A graça não é incompatível com as obras, mas as obras são requeridas pela graça.</p>
<p>Nenhuma bênção eterna está disponível para os seres humanos exceto pela graça de Jesus Cristo, pela qual seremos ressuscitados e através da qual podemos receber perdão e salvação. Obediência não é um trabalho que fazemos para receber uma recompensa. É parte da maneira que recebemos – aceitamos – o arrependimento e salvação. É o caminho que continuamos a viver na Graça de Cristo através de imitá-lo, se submetendo à vontade de Deus como seus filhos, como membros de sua família. É como continuamos a nos reconciliar como ele.</p>
<p><strong>Leitura adicional:</strong></p>
<p>O Livro de Mórmon, 2 Néfi 9:6-13</p>
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